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Agentes verificam presença de larvas do mosquito da dengue para confecção do LIRAa

ter, 25 de outubro de 2016 05:18

Da Redação

Agentes de endemias deram início ontem ao trabalho de coleta das amostras de larvas do mosquito para compor o Levantamento Rápido de Índice Aedes Aegipty (LIRAa). Cerca de 68 funcionários formam as equipes que devem visitar 5% dos imóveis do município para compor a amostragem utilizada na pesquisa, a terceira e última do ano.

No próximo LIRAa, que deve ser divulgado ainda na semana que vem, a análise terá um extrato a mais devido ao crescimento da cidade. É o que explica o coordenador do Controle de Zoonoses, Wellington Coelnghi. “São um grupo de bairros que compõe o extrato. São avaliadas características semelhantes, como número de imóveis, tipo de residência, classe econômica. Cada extrato varia entre 8 a 12 mil residências,” detalhou.

LIRAa permite direcionamento de ações conforme índice de infestação em regiões da cidade

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O processo de coleta dura cerca de três dias. “Os agentes observam onde tem o foco, pode ser dentro de um recipiente com na residência, um buraco de uma árvore. Eles procuraram as larvas e anotam os locais onde elas são recolhidas, pois os principais focos também estão entre os pontos analisados pelo LIRAa,” comentou o coordenador.

Depois disso, o material é levado para o laboratório da secretaria de Saúde, para verificar se as larvas são mesmo do Aedes. Depois disso, é feita a composição dos dados, posteriormente enviados para a Superintendência Regional de Saúde, que repassa as informações para serem divulgadas conjuntamente com o restante do país.

A previsão é que o relatório seja divulgado na quinta-feira que vem, dia 3 de novembro. O levantamento permite que tenhamos um parâmetro do índice de infestação do município, os tipos de depósito onde estão os ovos. Isso nos permite direcionar o tipo de ação que tem que ser tomada conforme a região, se é tratamento com inseticida, mutirão de limpeza. Por enquanto a dengue está bem controlada. De janeiro a abril é período mais crítico,” concluiu Colenghi.

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