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Horário brasileiro de verão termina neste fim de semana

qui, 18 de fevereiro de 2016 08:08

Da Redação

Em dez estados e no Distrito Federal, relógios deverão ser atrasados em uma hora deste domingo, 21 de fevereiro, à meia-noite. O Ministério de Minas e Energia informou no final de 2015 que a versão 2015/2016 do horário de verão seguiria as regras estipuladas no decreto 6.558, de 2008, revisado em 2013, que fixa a duração de quatro meses, entre o terceiro domingo de outubro de cada ano e o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.

Relógios deverão ser atrasados em uma hora

Relógios deverão ser atrasados em uma hora

 

Pela legislação, o horário de verão vigora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, além de Brasília.

Esta é a 40ª edição do horário de verão no país. A primeira vez ocorreu no verão de 1931/1932. O objetivo é estimular o uso racional e adequado da energia elétrica. Apesar do Ministério de Minas e Energia divulgar dados que comprovem a economia, a maioria dos araguarinos entrevistados acredita que o benefício não é compensador, tendo em vista diversos transtornos.

O estudante de engenharia civil, Gabriel Bernardes Coelho, é a favor do horário de verão. “Este horário tem nos proporcionado muita economia”, opina. A assistente administrativa, Marinez Chiovato tem visão contrária à do universitário. “Esse horário causa um grande desgaste. Por mais que nos esforcemos não conseguimos dormir no horário habitual e precisamos acordar mais cedo. Sem contar que no final é muito pequeno o benefício que ele oferece em relação ao cansaço que sentimos”, argumentou.

A professora de inglês, Leila Maris Ferreira, tem a mesma opinião. “Acredito que não cumpre o que se propõe, que é a economia de energia elétrica. Até porquê dormimos mais tarde e então gastamos mais, com luzes acesas e computadores ligados”, exemplificou.

Segundo o gestor de projetos culturais e produtor audiovisual, Marcos Fernandes, a economia gerada nesse período não chega ao consumidor. “Apesar de muitas atividades serem realizadas sob a luz do dia nesse horário, o uso de ventiladores e ar condicionados nesta época aumenta consideravelmente. Sem contar o desconforto na adaptação”, respondeu.

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