Acia protesta contra aumento de impostos para empresas em Minas
ter, 29 de setembro de 2015 08:17Da Redação
Para combater o aumento da carga tributária, a Federaminas (Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Minas Gerais) realiza hoje, 29, em Belo Horizonte, um movimento que pretende reunir empresários de todo estado e presidentes de associações comerciais contra a aprovação do projeto de Lei 2817/2015.

Presidente da Acia em Araguari, o empresário Carlos Antônio Vieira afirma que o momento de crise é inoportuno para aumento de impostos no setor produtivo
De autoria do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), a proposta prevê o aumento de 18% para 25% na alíquota do ICMS da energia das classes industrial, comercial e de serviços, além da alíquota de outros produtos. O PL chegou à Assembleia Mineira no dia 28 de agosto e, em menos de um mês, está apto a ser discutido no Plenário.
A mobilização será realizada na praça da Assembleia, a partir das 8h e seguirá durante todo o dia, com o objetivo de sensibilizar os deputados a não aprovarem a lei. Em nota, a Federaminas afirma que ela “taxa a produção e o consumo, onerando não apenas a indústria, mas afetando diretamente toda a produção e desestimulado o consumo.”
A população sentiria no bolso. Dentre os produtos que teriam aumento, a federação lista cerveja e bebidas alcóolicas (exceto cachaça), ração pet, perfume, alimentos para atletas, telefones celulares, câmeras fotográficas ou de filmagem, refrigerantes, isotônicos e energéticos, equipamentos de pesca esportiva, de som ou vídeo automotivo, cigarros e armas.
Presidente da Acia em Araguari, o empresário Carlos Antônio Vieira afirmou que não poderá estar presente em Belo Horizonte porque irá participar de uma audiência em Araguari. A entidade pretende enviar membros da diretoria para representar o município neste movimento. “A Federaminas convocou todos os presidentes para se mobilizarem e estamos nessa luta,” disse.
Segundo ele, o momento de crise atual é inoportuno para a subida de impostos e de tributos. “Tudo que retira capital do mercado é prejudicial ao comércio. O governo precisa encontrar caminhos que não passem pela oneração dos comerciantes. O varejista e o empresário estão com a margem de lucro reduzida e ainda teriam que enfrentar a competição com outros estados,” argumenta.
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