Araguari tem mês de agosto com saldo negativo de emprego formal
ter, 29 de setembro de 2015 07:43Da Redação
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na última sexta-feira, 25, pelo Ministério do Trabalho e Emprego demonstraram que as baixas em carteira assinada superaram a criação de novos postos Araguari em agosto. Foram 781 admissões contra 820 demissões, saldo negativo de 39 vagas. O resultado foi semelhante a julho, que teve 729 contratações e 767 desligamentos, 38 postos a menos.

Araguari ocupa a 52ª posição no ranking de emprego formal dos 110 municípios do estado com mais de 30 mil habitantes
Araguari ocupa a 52ª posição no ranking de emprego formal dos 110 municípios do estado com mais de 30 mil habitantes, queda de três posições em relação ao mês anterior. A capital Belo Horizonte continua em último lugar e Uberlândia, que aparecia em penúltimo, subiu para a 103ª colocação.
O setor de Serviços apresentou o melhor saldo de trabalho com carteira assinada, frente a 269 contratações e 187 demissões, total de 82 novos postos de trabalho. Em seguida aparece Comércio, responsável pela criação de 37 vagas (212 admissões e 175 desligamentos).
A Indústria de Transformação foi a que mais contribuiu para a redução de empregos formais no município, seguindo a tendência do estado mineiro e do país. O corte foi de 76 postos, resultado da contratação de 104 trabalhadores e demissão de outros 180.
Principalmente devido ao término do período de colheita de café, a Agropecuária está em retração. Responsável por liderar o desempenho de contratações em meses anteriores no município, o setor demitiu 213 trabalhadores formais e contratou 141, saldo de 72 vagas fechadas. Construção Civil também fechou o mês no vermelho e com baixo desempenho, com 52 contratações e 64 demissões (-12 postos de trabalho).
BRASIL E MINAS
O Brasil sofreu um corte de 986 mil vagas de carteira assinada nos últimos 12 meses até agosto. Dessas, 134.216 foram fechadas em Minas Gerais. O resultado é a diferença entre as contratações e demissões de trabalhadores no período. No mês, foram cortadas 86.543 vagas de carteira assinada (23.849 no estado), o quinto mês consecutivo de cortes de postos de trabalho.
O resultado de agosto foi o pior para o mês desde 1995, quando foram perdidos 117 mil empregos formais. Neste período, a indústria de transformação foi a que mais contribuiu para a redução dos empregos formais no país. O setor cortou 48 mil postos somente no mês passado. Como a maioria dos setores da economia, a indústria sofre com a recessão econômica, com estoques altos e baixa confiança de consumidores.
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