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Oposição impõe derrotas ao governo em votações relevantes na Câmara dos Deputados

qua, 24 de junho de 2015 06:34

Da Redação –  Com Assessoria

Bancada conseguiu a aprovação de matérias importantes para a população brasileira

Em sessão deliberativa realizada logo após a conclusão da votação da reforma política e que se encerrou depois da meia-noite de quinta-feira, 18, a bancada de oposição na Câmara Federal, da qual o deputado Odelmo Leão (PP) faz parte, conseguiu a aprovação de matérias importantes para a população brasileira e que desoneram a cadeia produtiva da logística, do abastecimento e da produção de alimentos.

Nessa reunião tambémestava inserida a concessão de R$ 300 milhões em recursossuplementares para o seguro rural

Nessa reunião tambémestava inserida a concessão de R$ 300 milhões em recursossuplementares para o seguro rural

 

A oposição impôs derrota aos governistas e conseguiu aprovar o projeto que isenta do óleo diesel a Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). O texto foi votado como uma emenda à medida provisória que reajusta a tabela do Imposto de Renda.

“Essa era uma reivindicação do movimento de caminhoneiros pela redução nos custos dos combustíveis. Conseguimos derrotar o governo nessa votação, dando isenção para o transporte de insumos e alimentos o que vai baratear o custo para o povo brasileiro”, afirmou o deputado federal Odelmo Leão, que votou “SIM” ao projeto.

Em outra derrota imposta à bancada de sustentação da presidente Dilma Rousseff (PT), foi obtida a aprovação de outro adendo à Medida Provisória do IR em que os professores terão direito de deduzir do imposto de renda os valores gastos na compra de livros. Apesar do slogan do governo ser uma “Pátria Educadora”, o partido da presidente e as legendas aliadas ao governo votaram contra a proposta, que mesmo assim saiu vencedora da votação, e com voto favorável do parlamentar uberlandense.

Nessa reunião marcada por votações de extrema relevância, também estava inserida na MP a concessão de R$ 300 milhões em recursos suplementares para o seguro rural contratado em 2014. “O custo estimado era de R$ 700 milhões, mas o governo só havia colocado R$ 400 milhões no orçamento. A emenda corrige essa distorção”, disse o deputado Odelmo Leão.

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