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Começa a etapa microrregional dos Jogos Escolares de Minas Gerais

qua, 15 de abril de 2015 06:18

por Vinnícius Silva

Edição 2015 do maior programa esportivos-social do estado tem o recorde de participação, com 813 municípios inscritos

A partir desta terça-feira, 14, a bola rola para a edição 2015 dos Jogos Escolares de Minas Gerais – JEMG, que teve, neste ano, o recorde de participantes, com 813 munícipios inscritos. É a primeira semana da etapa microrregional, em que 205 escolas públicas e privadas de 93 cidades de cinco regiões do estado estarão envolvidas na disputa da competição.

O basquete é uma das modalidades que será disputada nesta etapa do JEMG, que envolve 93 cidades

O basquete é uma das modalidades que será disputada nesta etapa do JEMG, que envolve 93 cidades

Até o dia 19, próximo domingo, Ouro Branco, Curvelo, Baependi, São Sebastião do Paraíso, Paracatu, Caratinga e Goianá receberão as partidas de basquetebol, futsal, handebol, voleibol e xadrez.

No total, serão oito semanas de disputa nesta etapa, totalizando 53 execuções. Os campeões de cada uma se habilitam para a etapa regional. Na atual fase, as escolas são divididas de acordo com as Superintendências Regionais de Ensino da secretaria de Estado da Educação.

Seletiva para torneio nacional 

O Jemg é o maior e o mais importante programa esportivo-social do estado. Realizadas pelas secretarias de Esportes e Educação, as competições contam com a participação de alunos-atletas do ensino fundamental e médio das escolas públicas e privadas de Minas Gerais.

As modalidades que serão disputadas no Jemg/2015 são atletismo, badminton, basquete, ciclismo, futsal, ginástica artística, ginástica rítmica, ginástica de trampolim, handebol, judô, luta olímpica, natação, peteca, tênis de mesa, vôlei, vôlei de praia e xadrez, nos naipes masculino e feminino, em dois módulos: módulo I, com alunos de 12 a 14 anos, e módulo II, de 15 a 17 anos.

Dos esportes paralímpicos participam os alunos de 12 a 20 anos, nas modalidades de atletismo PCD (pessoas com deficiência), bocha, futebol de 5, futebol de 7, goalball, judô PCD, natação PCD, tênis de mesa PCD, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado.

O Minas Olímpica/Jogos Escolares de Minas Gerais indica os representantes do estado para os Jogos Escolares da Juventude e para as Paralimpíadas Escolares, torneios de âmbito nacional.

Do octógono ao tátame

Anderson Silva fica mais perto de sonho de disputar Olimpíada

Anderson Silva fica mais perto de sonho de disputar Olimpíada

Confederação Brasileira de Taekwondo publicou carta de desejo do atleta, e presidente se reunirá para discutir possibilidade

Anderson Silva mantém relação próxima com o presidente Carlos Fernandes

O ex-campeão dos pesos-médios do UFC Anderson Silva pode ter novidades boas a respeito de seu futuro no taekwondo esta semana. Após publicar uma carta reiterando seu desejo de representar a modalidade nos Jogos do Rio, o atleta, que é embaixador do Taekwondo, se reunirá com o presidente Carlos Fernandes para conversar sobre a possibilidade.

“Todos sabem que para um atleta de alto rendimento, os Jogos Olímpicos são o verdadeiro sonho e assim, não seria diferente comigo. Quando ganhei o título de embaixador do esporte pelo presidente Carlos Fernandes, esse sentimento passou a ficar ainda mais forte e, sendo em meu país, esse espírito olímpico me deixou muito motivado.  Será um imenso prazer fazer parte desse time de ouro (…). Sendo assim, deixo aqui registrada a minha vontade de representar o Taekwondo e o Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Com toda minha estima, força e honra”, escreveu Spider.

Apesar do bom relacionamento e do otimismo das duas partes, o lutador terá que se encaixar em alguns critérios até abril de 2016. A boa notícia é que a CBTKD tem direito a distribuir alguns convites, e sinalizou que um deles será concedido a um atleta da categoria +80kg. No UFC, Anderson se encaixava entre os +84kg.

O primeiro passo para Spider é obter uma licença como lutador da modalidade. Depois, ele precisa alcançar um dos seguintes critérios: conquistar uma medalha em competição da Federação Internacional, entrar para o top 20 mundial em algum momento, terminar um Mundial entre os 16 melhores, chegar as quartas do Pan ou sair com o ouro do Campeonato Brasileiro em sua categoria.

O lutador sinalizou pela primeira vez que gostaria de representar o Brasil em 2016 há três anos. Na época, ele pensou na possibilidade de taekwondo ou judô, mas no caso deste último, extrapolou o limite de idade. Anderson completou os 40 anos nesta terça-feira. Com isso, ele se aproximou do taekwondo, que não tem até o momento nenhum empecilho para sua entrada.

Além do convite para a categoria +80kg, a CBTKD tem direito a convidar mais três outros lutadores para as Olimpíadas.

Mendez: “O caminho de Leal é a Seleção Brasileira”

O técnico do Cruzeiro, Marcelo Mendez, não fica em cima do muro ao comentar sobre o futuro de Leal, melhor jogador da final da última Superliga de vôlei.

O cubano quer defender o time verde-amarelo na Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro. A comissão técnica vê com ótimos olhos a naturalização do ponta, que não defende Cuba desde 2010 e atua no Brasil há três. Bernardinho, em entrevista coletiva, pela primeira vez falou sobre o tema, deixando em aberto a possibilidade de convocá-lo:

“A CBV deu apoio ao pedido dele, mas agora não posso dizer mais do que isso. Se ele se naturalizar, é claro que interessa. Leal contribui para o clube, quem sabe um dia possa contribuir para a seleção”.

O cubano quase brasileiro Leal (Divulgação)

O cubano quase brasileiro Leal (Divulgação)

Desejos à parte existem trâmites burocráticos no Brasil e regulamentos da FIVB que precisam ser considerados para que o sonho mútuo vire realidade.

Se der certo, Mendez não vê problemas de relacionamento dentro da Seleção ao receber um estrangeiro.

“Aqui o grupo abraçou o Leal desde o início. Acho que não vai ter problema na Seleção”.

Sobre o momento do jogador, eleito o melhor da decisão contra o Sesi, o argentino é só elogios:

“Ele está chegando próximo do auge. Tem 27 anos, é um grande atleta, gosta de treinar. Sofreu muito quando chegou ao Brasil, deixando seu país, sua seleção. Mas o objetivo era mostrar quem ele era. Hoje, amadureceu, é um grande atacante, um grande sacador, está melhorando no bloqueio e ainda mais na recepção. Veja na final. Sabíamos que seria o alvo do Sesi, até para que fosse tirado do ataque. Foram 32 bolas nele e Leal respondeu muito bem. Para isso, ele se preparou. Semanas antes da final ele pediu para trabalhar mais a recepção, pois sabia que seria muito exigido”.

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