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Sem sofrer gols na Libertadores, zaga celeste iguala marcas de 1977 e 2011

sáb, 21 de março de 2015 00:15
Sistema defensivo continua insuperável no torneio continental,
apesar do sufoco sofrido contra o Mineros (VEN)
Paulo André, assim que chegou, assumiu a titularidade na zaga ao lado de Léo

Paulo André, assim que chegou, assumiu a titularidade na zaga ao lado de Léo

DA REDAÇÃO – O Cruzeiro venceu o Mineros de Guayana (VEN) por 2 a 0, gols de Leandro Damião e Marquinhos, nessa quinta-feira. O resultado, conquistado em partida válida pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores, fez o time celeste assumir a liderança da chave 3 da competição e ainda resultou em uma marca importante para o sistema defensivo celeste. Após três partidas, a zaga cruzeirense ainda não foi vazada no certame. O número iguala os feitos das equipes de 1977 e 2011, que também passaram “zeradas” nos três primeiros jogos da Libertadores.

Ao lado do Universitario Sucre (BOL), a Raposa possui também a melhor defesa da atual edição do continental. No mesmo grupo, ambos os clubes ainda não sofreram gols.

Na atual temporada, a Raposa levou apenas quatro gols em dez jogos oficiais, um tento a menos em relação ao ano passado, quando a equipe foi vazada em cinco oportunidades nas dez primeiras partidas.

Em 1977, o Cruzeiro, campeão em 1976, entrou na Libertadores no grupo B da fase semifinal. A fórmula de disputa premiava os vencedores das chaves decisivas, compostas por três equipes, com as vagas na grande final. Após duas vitórias e um empate, a equipe estrelada só foi vazada no duelo com a Portuguesa (VEN). Mesmo assim, a Raposa triunfou frente aos venezuelanos por 2 a 1 e chegou à decisão da Copa Libertadores.

A expectativa pelo segundo título acabou parando no argentino Boca Juniors, que marcou apenas um gol nos três confrontos e assegurou o título nos pênaltis. Naquela edição do torneio, o sistema defensivo celeste levou apenas dois gols em sete jogos, média de 0,28.

Em 2011, a Raposa começou a Libertadores de forma avassaladora com um 5 a 0 sobre o Estudiantes (ARG) e um 4 a 0 sobre o Guarani (PAR), ambos na Arena do Jacaré. Fechando o “turno” da fase de grupos, a equipe foi até Ibagué, na Colômbia, e ficou no 0 a 0 com o Tolima. À época, a Raposa finalizou sua participação na fase de grupos com a melhor campanha geral da Libertadores, mas acabou sendo eliminada pelo Once Caldas-COL, nas oitavas de final.

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