Vereadores e lideranças de bairros buscam respostas sobre obras no Vieno e no Goiás
sex, 13 de fevereiro de 2015 00:51DA REDAÇÃO – Uma reunião nesta quarta-feira, 11, esclareceu questões relativas a obras de infraestrutura nos bairros Vieno e Goiás parte alta. Acompanhados dos presidentes das associações de ambos os bairros, José Ivaldo (Goiás) e Euclides Batista (Vieno), os vereadores Wesley Lucas de Mendonça (PPS), Cláudio Coelho e Rafael Guedes ambos do Solidariedade, se encontraram com o comandante do Batalhão Mauá, tenente coronel Guilherme Langaro Bernardes, para saber porque os trabalhos de pavimentação ainda não se iniciaram nessas regiões.
A ansiedade, segundo Wesley Lucas, foi reforçada principalmente porque o prefeito Raul Belém (PP) teria anunciado o serviço no Vieno, em 3 de julho de 2014, afirmação feita pelo presidente da associação. Além disso, o Batalhão teria feito o serviço em algumas ruas e deixado de concluir todas.
O comandante explicou que a prefeitura possui dois convênios diferentes, um com a Caixa Econômica Federal para serviços de galerias pluviais e drenagem e outro com o BDMG referente à pavimentação asfáltica. “O projeto inicial de drenagem apresentado pela prefeitura precisou ser alterado. Segundo o engenheiro do Batalhão, eles não farão a galeria pluvial, e sim, drenagem superficial,” contou o vereador.
Os alagamentos no Vieno ocorrem principalmente por receber a água que escoa do bairro São Sebastião. No entanto, boa parte dela seria canalizada para a represa dos Paus. “Mesmo assim, fico preocupado com a mudança no projeto, uma vez que a drenagem superficial pode ter vários pontos com acúmulo de água, como ocorre em algumas vias pavimentadas do bairro Vieno,” ressaltou Wesley Lucas.
Segundo ele, o Batalhão possui verba depositada apenas para as obras dos bairros Brasília e Maria Eugênia aguardando novos repasses para adquirir os insumos necessários. “Nós vereadores assumimos o compromisso de cobrar da prefeitura e de órgãos competentes agilidade na liberação, tanto dos projetos quanto da questão financeira pertinente,” salientou.
No Goiás parte alta, o Batalhão alegou que ainda não começou as obras porque algumas ruas estão sem a devida ligação de água. “Como existem muitos terrenos baldios, se a pavimentação for feita sem os chamados bicos, futuramente o asfalto vai ter que ser cortado para isso,” explicou o vereador.
Na próxima sessão da Câmara, os vereadores pretendem cobrar da Superintendência de Água e Esgoto o cronograma do projeto. “É extremamente vergonhoso para uma autarquia como a SAE não estar com isso pronto, uma vez que se passaram mais de dois anos de governo”, concluiu Wesley Lucas.
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