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Após vencimento de contrato, funcionários da prefeitura fazem vigilância patrimonial

ter, 10 de fevereiro de 2015 02:10

DA REDAÇÃO – Desde que a Segurar Vigilância e Segurança Patrimonial Ltda. decidiu não renovar o contrato firmado em fevereiro do ano passado, a prefeitura está sem serviço de vigilância armada. Funcionários da empresa especializada em segurança patrimonial encerram as atividades na sexta-feira, 6.

Enquanto um novo contrato não é providenciado, quem garante a integridade do patrimônio público local são os próprios vigias do quadro de funcionários da prefeitura, desarmados. A informação é do secretário de Governo, Oliro Vieira da Costa Junior. “Temos a necessidade de fazer um contrato emergencial enquanto o processo licitatório é organizado,” declarou.

Segundo o secretário de Fazenda, Érico Chiovato, as despesas com a segurança armada chegam a mais de 100 mil reais mensais.  Apesar de um atraso no final do ano regularizado em janeiro, ele afirma que o pagamento à empresa não apresenta problemas no momento.

Para o secretário, os valores do serviço são altos. “O profissional trabalha armado, precisa receber adicional noturno, de periculosidade, insalubridade. Tudo isso gera gastos,” explicou.

A vigilância armada atuava no Bosque John Kennedy; Universidade Aberta e Integrada de Minas Gerais (UAITEC); Antiga Estação Ferroviária (complexo Palácio dos Ferroviários); Centro de Artes e Esportes Unificados (CEUs), Terminal Rodoviário Tancredo Neves; Aterro Sanitário e Estação Stevenson, localizada na BR-050.

Inicialmente, vigilantes trabalhavam nesses endereços nos períodos diurno e noturno. Em setembro de 2014, uma das medidas adotadas pela prefeitura para conter os gastos públicos foi a redução da segurança em patrimônios públicos, principalmente durante o dia.

Nos sete locais mencionados, dois seguranças passaram a trabalhar somente à noite, com exceção da Estação Stevenson e do CEUs, onde o serviço foi mantido dia e noite. Como consequência, o efetivo caiu de 28 para 18 seguranças.

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