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Décimo terceiro de oito em cada dez brasileiros vai para compras natalinas

sex, 21 de novembro de 2014 01:14

DA REDAÇÃO (com assessoria) Oito em cada dez brasileiros (82%) pretende usar o décimo terceiro salário em compras de Natal. É o que aponta a pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em parceria com o Portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz. O resultado foi baseado em 624 entrevistas com consumidores de ambos os sexos e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras. A margem de erro é de no máximo 3,7 pontos percentuais.

De acordo com o estudo, 55% dos entrevistados disseram que utilizariam uma parte do 13º para compras de Natal. Outros 27% afirmam que gastariam todo o montante com essa finalidade e apenas 18% não devem gastar o dinheiro com presentes.

Entre o grupo que não vai gastar o décimo terceiro em compras, 46% pretendem economizar, poupar ou investir, 24% vão usar o dinheiro para pagar dívidas, 14% vão utilizá-lo para viajar e 5% ainda não decidiram o que fazer.

ANO NOVO, GASTOS “NOVOS”

Apesar de as tentações do consumo aumentarem no final do ano com a entrada de um dinheiro extra, é importante que o consumidor não use o décimo terceiro para fazer mais dívidas. “As pessoas precisam saber o tamanho do próprio bolso. O aconselhável é que o consumidor compre a vista para negociar descontos e para não se atrapalhar com as parcelas no começo do ano, quando o orçamento do brasileiro costuma ficar apertado por conta de gastos como IPTU, IPVA e matrículas escolares”, explica o educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli.

2015 NO AZUL

Para as pessoas que possuem dívidas em atraso, a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, recomenda que o consumidor quite as pendências assim que possível para não se enrolar com os juros – que atualmente estão mais caros e podem fazer com que o valor da dívida tome proporções ainda maiores. “A pessoa quita as parcelas em atraso e pode começar o ano de 2015 no azul. Depois, o consumidor deve tomar cuidado para jamais comprometer mais do que 30% do próprio rendimento com parcelamentos. Dessa forma, é mais fácil manter o controle das contas e não entrar em ‘superendividamento’”, explica Kawauti.

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