Domingo, 05 de Abril de 2020
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Saúde Alerta – ESCLEROSE MÚLTIPLA

qua, 21 de setembro de 2016 05:10

Abertura-saude-alerta

Segundo a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM) aproximadamente 35 mil brasileiros têm de lidar com a doença autoimune, que provoca sérios prejuízos ao sistema nervoso. É necessário a  “conscientização”, que é essencial na luta pela redução de impactos causados pela esclerose múltipla, que não tem cura.

Desde que o diagnóstico seja rápido, é possível reverter o déficit cognitivo ou motor que pode ser provocado.

A esclerose múltipla é uma doença crônica e autoimune, ou seja, o sistema imunológico reconhece tecidos do próprio organismo como ameaças e os ataca. Nesse caso, as células que recobrem a estrutura dos neurônios – chamadas de bainha de mielina – são destruídas por anticorpos. O dano pode afetar a visão, a capacidade motora e cognitiva, entre outras áreas coordenadas pelo sistema nervoso central. É uma doença que não evolui de maneira linear. Às vezes, o paciente pode ter um surto grave. Mas também é possível que os sintomas sejam mais leves, o que dificulta o diagnóstico.

Embora as causas ainda sejam desconhecidas, os mecanismos da doença vêm sendo estudados e identificados em todo o mundo, o que possibilita uma melhora na indicação de tratamento e consequentemente na vida das pessoas afetadas.

Um caso que chamou a atenção para a doença é o da atriz Cláudia Rodrigues, diagnosticada em 2000. Contudo, se trata de uma doença rara. Há o risco de que a doença seja subdiagnosticada, confundida com outros problemas, ela costuma atingir pessoas a partir dos 20 anos, com maior incidência até os 40.

Há dois momentos no tratamento: Primeiro, trata-se o surto em si e isso é feito com o uso de corticoides injetáveis em altas doses, por um período que pode durar até cinco dias. Um surto é o momento no qual o sistema imunológico passa a agir contra o organismo. O segundo momento diz respeito à prevenção de novos surtos por meio do uso de medicamentos.

Embora não tenha cura, a doença é tratável. Não é considerada uma enfermidade fatal. A maioria das mortes associadas à esclerose múltipla é decorrente de complicações em estágios avançados e progressivos da doença. Por isso, o tratamento precoce é de extrema importância, pois pode contribuir para a desaceleração da progressão da doença, além de ajudar a prevenir complicações.

A atenção aos sintomas é essencial, assim como a busca por um neurologista, sobretudo, em casos como dormência de membros, formigamentos constantes, dificuldades na fala e nos movimentos, desequilíbrios etc. É importante que o profissional se dedique a descobrir as causas. A prevenção continua sendo o melhor remédio!

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