Sábado, 26 de Maio de 2018
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Radar – Pescaria

ter, 13 de fevereiro de 2018 05:41

Radar

PESCARIA

Promotoria do Patrimônio Público ajuizou ação contra o município para que o uso de espaços públicos na rodoviária e no mercado municipal (onde alguns boxes são do município) tenham licitação e que aluguéis atrasados sejam cobrados. Os aluguéis pagos nesses pontos são uma vergonha e isso se arrasta há décadas, pois os políticos não querem desgaste com revisão dessa aberração.

ALHOS COM BUGALHOS

A coluna Radar recebeu vários questionamentos em relação a validade judicial dos áudios que estão sendo comentados na cidade, em comparação ao uso de prova da Lava Jato. É bom deixar claro que, no caso da Lava Jato, houve autorização judicial prévia para escuta e mais de trezentas pessoas investigando exclusivamente este caso. Agora, gravação entre particulares, sem autorização judicial prévia, necessita da autorização de um dos interlocutores, pois o Judiciário raramente dá o seu aval a escutas.

DE CAMAROTE

As redes sociais viraram um “bang bang” principalmente, quando o assunto é política local, aí entram em cena os simpatizantes de políticos. Muitos extrapolam e acabam se comprometendo em seus comentários. A coluna apurou que tudo isso está sendo acompanhando pela Justiça. Duas pessoas que fizeram comentários dias atrás nesta coluna, foram intimadas a falar sobre o que comentaram e aí, sem provas, se torna difícil e o feitiço vira contra o feiticeiro. Sem contar que a pessoa esquece o amor próprio para defender de qualquer maneira seu líder.

MAIS VAZAMENTOS

Ainda na sexta-feira, o vereador Tiãozinho (PRP) soltou nas redes sociais uma conversa de telefone entre ele e a pessoa que diz ter gravado áudios comprometedores de políticos da cidade e seu alvo era o Palácio dos Ferroviários. O responsável pelos áudios e o vereador foram ouvidos recentemente no Ministério Público sobre o caso.

TURBULÊNCIAS

No final da tarde da última sexta-feira, véspera de Carnaval o prefeito Marcos Coelho (MDB) teve que colocar seu “bloco” na rua para suportar tanta turbulência dentro do seu governo. Se não bastasse mais um pedido do secretário de Obras Jaime Batagline para deixar o governo, Marcus Augusto também anunciou que estava deixando a secretaria de Fazenda.

NO LIMITE

Com todo respeito ao amigo Jaime Batagline, que tem todas as melhores qualidades que uma pessoa do bem pode ter, acho que basta. Não é a primeira vez e todos sabem da sua vontade de deixar o governo para cuidar dos seus negócios. Essas idas e vindas começaram a gerar um enorme desgaste para a imagem de Batagline e, por isso, a atitude correta do governo é deixa-lo ir, até pelo cidadão respeitado que é.

DESCONFORTO

No caso de Marcus  Augusto “Guto”, que se afastou ano passado da prefeitura, é que ele não se conforma com a crise financeira do município que não vem conseguindo honrar com os fornecedores da administração. Com bloqueio de recursos por parte do Estado e a queda na arrecadação, ele teria alegado desconforto em ficar alimentando esperança das pessoas e as finanças não quitam os compromissos. Ainda no sábado, José Ricardo Resende chegou a ser confirmado como interino na secretaria de Fazenda até o município recuperar financeiramente, porém, a família teria convencido “Guto” a permanecer para ajudar o prefeito.

CRIMES

No Brasil, 62 milhões de consumidores foram vítimas de crimes virtuais em 2017, gerando prejuízo de cerca de R$ 22 bilhões em 12 meses, segundo pesquisa feita em 20 países pela Norton Symantec, empresa de soluções de segurança na internet. O Brasil ficou atrás apenas da China.

AIDS

Prevenção contra a Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) é assunto importante nos 365 dias do ano. Mas, no Carnaval, as pessoas ficam mais expostas ao risco e a preocupação aumenta. Dados da secretaria municipal de Saúde e da secretaria Estadual se Saúde mostram que, nos últimos três anos, um número maior de infecções por HIV em março, justamente o mês posterior à folia, em comparação com os demais períodos do calendário. No ano passado, por exemplo, foram 94 diagnósticos positivos nesses 31 dias em Belo Horizonte, média de três por dia, número bem superior a maio, segundo colocado, com 69 casos. Somando-se os três anos – 2015, 2016 e 2017 –, 217 pessoas descobriram que tinham HIV em março, e 188, no mês de outubro.

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