Sexta-feira, 15 de Novembro de 2019
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Violência doméstica registra queda considerável no município

ter, 5 de novembro de 2019 05:10

Da Redação

Apesar de Araguari ter registrado mais um grave crime na semana passada, vitimando uma trabalhadora de 32 anos dentro da empresa onde presta serviços, a violência doméstica no município reduziu em 50% no primeiro semestre de 2019 em relação ao ano passado; em 2018, houve aumento nos índices em comparação a 2017, segundo informações do CINDS – Centro Integrado de Informações e Defesa Social.

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De acordo com a 1ª Promotoria de Justiça da Comarca, o objetivo é ficar abaixo do desvio padrão da média estadual para ter “sinal verde” no relatório. O serviço social identificou os três bairros locais com maior índice de violência doméstica e a prefeitura intensificará os trabalhos preventivos, bem como a Polícia Militar, por meio da PVD – Patrulha da Violência Doméstica.

Em 2017, no referido período, os números apontaram 10,01, subindo para 13,6 no ano seguinte. Agora, em 2019, a taxa caiu para 6,65. O estudo disponibiliza informações das 853 cidades do Estado e também uma divisão por regiões de segurança.

Em Araguari, há uma Rede de prevenção e proteção às vítimas de violência doméstica, composta por vários órgãos do Estado e Município, que se reúnem periodicamente perante a 1ª Promotoria de Justiça para planejamento.

Nos casos de violência doméstica, além dos agressores responderem perante a Justiça Criminal, devem participar de curso na Ceapa – Central de Penas Alternativas.

Caso o agressor descumpra medida protetiva concedida judicialmente, a Polícia pode prender por cometimento de crime, ou ainda, não havendo o flagrante do descumprimento, o Juízo pode determinar o encarceramento do agressor.

FIQUE DE OLHO

Para denunciar casos de violência contra a mulher em qualquer lugar do país, o número é 180. Em casos de violência flagrante, a Polícia Militar também deve ser acionada. Sobre casos pretéritos, também é possível formalizar a denúncia em qualquer delegacia de polícia.

 

1 Comentário

  1. Anônimo disse:

    Com essa lei de medida protetiva, várias mulheres já foram e estão sendo mortas, porque os valentões raivosos não respeitam isso. A única solução é mantê-los presos por uns dez anos. E a vitima também tem que dar um jeito de mudar até de cidade, se ela quiser continuar viva. Tem gente que mesmo estando preso é capaz de mandar um amiguinho fazer o serviço sujo.

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