Segunda-feira, 01 de Junho de 2020
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Trabalhadores clamam pela reabertura das feiras livres no município

sex, 3 de abril de 2020 05:34

Da Redação

Inicialmente fechadas devido às recomendações do Comitê de Enfrentamento e Gestão de Crise – COVID-19, as feiras livres permanecem com as atividades suspensas. Diante das necessidades neste período de distanciamento pela pandemia do coronavírus, tendo em vista também que este é o único meio de sustento de algumas famílias, a classe de trabalhadores à frente das feiras livres do município pede a liberação para retornarem ao serviço.

Neste sentido, o vice-presidente do Legislativo, o vereador Warley Ferreira de Morais, participou de uma reunião com alguns feirantes que pediram para que ele fosse o porta voz da situação. Segundo o edil, os trabalhadores se mostraram indignados por serem excluídos do grupo de atividades essenciais, uma vez que comércios semelhantes como, supermercados, sacolões, mercearias, entre outros, permanecem abertos.

No ponto de vista do vereador, as feiras livres são o tipo de comércio que menos oferecem risco de disseminação do COVID-19, “uma vez que são sempre realizadas em locais abertos e conseguem oferecer o serviço seguindo as normativas do estado e do município”. Sendo assim, Warley informou já estar fazendo gestão sobre o assunto com o prefeito Marcos Coelho de Carvalho, buscando dentro da legalidade, promover a reabertura das feiras.

Em entrevista, a feirante Nayara Duarte, contou que de certa forma os feirantes são uma classe esquecida pelas entidades competentes e, diante desta situação, os trabalhadores deste setor querem melhorias e enxergaram que precisam de uma comissão de frente especializada. “Nós como feirantes de banca de pastel assim como todos os outros, devemos voltar seguindo todos os padrões do Ministério da Saúde para o Covid-19. Merecemos retornar, são muitas famílias que dependem da feira, merecemos uma melhor posição em relação a isso”, declarou.

A âmbito estadual, no dia 25 de março, a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), apresentou novas regras a serem seguidas para o funcionamento das feiras livres no Estado de Minas Gerais. Em nota, o órgão reconhece a importância deste importante canal de comercialização de produtos agropecuários, ao mesmo tempo em que assegura uma fonte de renda para os agricultores, muitas vezes a única, contribui substancialmente para o abastecimento alimentar das famílias.

Entre as novas regras que contemplam medidas administrativas e de funcionamento, estão: Alternância de dias para a realização e critérios de rodízio das feiras livres, como forma de evitar que um grande número de pessoas transite pelas ruas e demais espaços públicos;

• Limitação de, no máximo, seis horas de funcionamento;

• Permissão exclusiva para a comercialização de alimentos destinados ao consumo humano, estando proibidos o preparo e a venda de lanches, bebidas e refeições;

• Proibição da participação de comerciantes e funcionários enquadrados no grupo de risco de contaminação do COVID-19;

• Realização em espaço público aberto e arejado, afastado de residências;

• Espaçamento mínimo de três metros entre as barracas;

• Obrigatoriedade do uso de máscara de proteção pelo comerciante durante todo o período da feira, com substituição a cada duas horas, e higienização frequente das mãos com álcool gel 70%;

• Disponibilização em todas as barracas, para uso do comerciante e dos clientes, de álcool gel 70%, luvas descartáveis e papel toalha;

• Intensificação da frequência de higienização de banheiros, corrimões, maçanetas, mesas, balcões, balanças, carrinhos, refrigeradores e caixas retornáveis, entre outros itens;

• Afixação de cartazes informativos com procedimentos para prevenção do coronavírus.

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