Domingo, 08 de Dezembro de 2019
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Suposto atentado em escola de Araguari visava atingir ao menos 300 vítimas

qui, 28 de março de 2019 05:35

Da Redação

Para cometerem o ataque, adolescentes buscavam patrocínio em sites do estado islâmico

Araguari amanheceu assustada nesta quarta-feira, 27, após a apreensão de dois adolescentes de 16 anos pela prática de ato infracional análogo ao delito de organização criminosa, conforme despacho da delegada Mariana Dell’Isola Oliveira de Melo Alves, especializada no atendimento a crianças e adolescentes.

Delegado Wilton José Fernandes se pronunciou sobre o caso ** Gazeta do Triângulo

Delegado Wilton José Fernandes se pronunciou sobre o caso
** Gazeta do Triângulo

 

Eles ficaram recolhidos num prédio anexo à Delegacia de Polícia Civil e seriam apresentados ainda ontem ao Juizado da Infância e Juventude para as demais providências. No começo da tarde, a Promotoria da Infância e Juventude havia decido pela internação de ambos.

Os garotos, que completarão 17 anos em julho, estariam planejando um atentado na escola onde estudam desde 2016. Para isso, criaram, há cerca de três semanas, um grupo no aplicativo Telegram, visando à aquisição de armamento pesado, coletes balísticos e até mesmo de uma bomba, além de arquitetarem o ataque, inclusive buscando patrocínio em sites do estado islâmico.

A Gazeta do Triângulo obteve informações na manhã desta quarta-feira, que, diante da gravidade dos fatos, foi feito um laudo preliminar através do setor de inteligência da Quarta Delegacia Regional de Polícia Civil nos celulares apreendidos com os suspeitos.

Conforme as conversas entre os participantes do grupo, denominado “Massacre do Colégio…”, escrito em japonês, a meta era atingir ao menos 300 vítimas da escola em questão bem como de outra escola próxima, porém, não relataram uma data provável nem como promoveriam o atentado.

Na galeria de imagens dos celulares dos adolescentes foram encontradas fotos do massacre na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano/SP, de armas de fogo e de soldados da Segunda Guerra Mundial, além de menções ao líder nazista Adolf Hitler e prints relativos às notícias sobre a tragédia no colégio paulista, no último dia 13 de março.

Ainda segundo apurou o jornal Gazeta, os membros do grupo falavam muito sobre o massacre de Columbine, Estados Unidos, tragédia que completa 20 anos no próximo mês de abril, deixando 13 mortos e 21 feridos. A foto de perfil do grupo tem uma caveira e outra de um dos atiradores de Suzano.

A Polícia Civil investiga o envolvimento do aluno de outra escola da cidade, também adolescente, e de uma jovem que seria integrante de um grupo conhecido como “Anjos Depressivos”.

FRIEZA/MOTIVAÇÃO

Durante toda a tarde de anteontem, os menores foram ouvidos pela delegada Mariana Dell’Isola, acompanhados por seus representantes legais e por duas conselheiras tutelares. De acordo com informações obtidas pela reportagem, os dois aparentavam tranquilidade em suas declarações e não demonstravam qualquer arrependimento.

Eles forneceram muitos detalhes dos fatos e citaram como motivação alguns casos de bullying no colégio envolvendo ambos. Um deles confirmou que passa por tratamento psicológico/psiquiátrico por depressão e ansiedade.

O delegado regional Wilton José Fernandes foi o único a falar sobre o caso e ressaltou a sua preocupação com o ocorrido: “o nível de organização em que estavam demonstra a potencialidade do suposto ataque, devendo ser melhor esclarecida. Por isso, estamos trabalhando para a identificação dos demais envolvidos o mais breve possível”.

Ele faz um alerta à sociedade araguarina: “qualquer indício de violência em escolas, deve ser comunicado imediatamente à polícia, pois tragédias podem ser evitadas, como no caso desse estabelecimento”.

A Patrulha Escolar e o Conselho Tutelar foram acionados pela direção do colégio, após denúncia de um estudante sobre as pretensões dos colegas em promover um ataque com mortes no local. Junto com seus representantes legais houve uma reunião, sendo recolhidos os celulares e apresentados aos militares, constatando o suposto atentado.

COMUNIDADE ASSUSTADA

A escola da rede estadual de ensino manteve normalmente suas aulas nesta quarta-feira, mas houve a ausência de muitos alunos, segundo levantado pela Gazeta. Uma das salas ficou praticamente vazia no período da manhã.

Nas redes sociais não foi informado oficialmente o nome do colégio, mas, ainda assim, pais procuraram informações e muitos não permitiram que os filhos assistissem às aulas no estabelecimento suspeito.

A reportagem também presenciou estudantes deixando a escola ao longo da manhã, depois que tomaram conhecimento da grave situação. Os pais de uma adolescente levaram a filha, mas aguardaram na porta do colégio até o término da aula.

Estava prevista para o período da tarde uma reunião da direção com a Superintendência Regional de Ensino no sentido de decidir o que seria feito a respeito do caso.

 

3 Comentários

  1. Janis Peters Grants disse:

    Prezado Redador,

    Eu realmente espero que ESTE FATO não seja tratado como “infantilidade”, “ingenuidade” e “blefe”, pois, todos sabemos que – BANDIDOS – EM QUALQUER IDADE, não tem mais o menor RECEIO ou MEDO do PODER JUDICIÁRIO e de LEIS, tendo total CIÊNCIA, de como “contornar” a coerção em seus ATOS, com recursos procrastinatórios à prescrição de seus crimes. À IMPUNIDADE ABSOLUTA.

    Qualquer “criOnça” domina a logística jurídica, e é totalmente confiante no Modus operandi do …

    … #DáNadaNão !!!

    E se formos olhar para todos os lados, e refletir,

    ” … a MERDA da prova, nunca PROVA merda alguma. ”

    Pessoas comuns não devem, NÃO PODEM “brincar” de TERRORISTAS.

    Autoridades não devem, NÃO PODEM “brincar” de Operadores da Justiça.

    Atenciosamente,
    Janis Peters Grants.

  2. Janis Peters Grants disse:

    (*) Redator.

    JPGrants.

  3. Jean disse:

    Isso é falta sabe de que de JESUS ele é o Caminho a Verdade e a Vida

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