Terça-feira, 17 de Outubro de 2017
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Mais de 85% dos possíveis criadouros do Aedes Aegypti estão nas residências

qua, 11 de outubro de 2017 05:45

Da Redação

Na manhã dessa terça-feira, 10, o departamento de Epidemiologia – Controle de Doenças e Zoonoses – promoveu a primeira reunião após a criação do Comitê e Enfrentamento ao Mosquito Aedes Aegypti no dia 31 de agosto.

Segundo a Educadora em Saúde, Eliete Borges, o objetivo do encontro foi reunir representantes municipais e da sociedade, como presidentes de associações de bairros, para traçar estratégias que evitem o aumento do índice de infestação do mosquito Aedes Aegypti que transmite além da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela.

“O objetivo do comitê é unir forças com a comunidade com representantes de bairros para que eles sugiram ações e saibam da importância de manter o índice aceitável”, argumentou.

Vicente de Paula Marques de Oliveira, coordenador do departamento de Zoonoses  enfatiza sobre a necessidade de conscientização tendo em vista o início do período chuvoso. “Não podemos dar trégua para o mosquito e essa época é propícia para o aumento. Mas o que podemos afirmar é que esse ano a situação foi bem mais tranquila em relação a 2016. Neste ano o município teve 16 casos confirmados de Chikungunya empatando ou até ganhando da Dengue. O vírus está se multiplicando, e por isso, precisamos ficar atentos com os cuidados dentro de casa”, acrescentou.

De acordo com dados divulgados, Araguari apresentou baixo risco cujo índice apurado neste mês foi de 0, 5%. Para a pesquisa os bairros são divididos por estratos sendo que aqueles que tiveram os índices mais elevados – de 1,1 – foram: Goiás, Nossa Senhora de Fátima, São João e dos Industriários; na sequência (0,7): Santa Helena, Maria Eugênia, Monte Moriá, Brasília, Fátima I, Fátima II, Gutierrez, Madri e Bella Suíça.

Dentro da escala, as regiões que ficaram na terceira posição com o índice 0,6 foram: Bosque, Novo Horizonte, Amorim, Jardim Milenium e Belo Jardim; logo após com 0,4: Alan Kardec, Jóquei Clube, Goiás parte alta, Vieno, São Judas, São Sebastião, Jardim Panorama, Independência, Santiago e Araras.

Os de menores índices foram o Centro, Rosário e Aeroporto (0,2). Aqueles que não apresentaram nenhum índice foram os bairros que compõem os estrato Interlagos, Paraíso, Sibipiruna, Alvorada, Miranda, Portal dos Verdes, Portal dos Ipês e Gran Ville.

A maioria dos criadouros – 42,9% – foi encontrada nas caixas d’água e em tambores. Mais de 21% foram identificados em vasos de plantas, bebedouros de animais e frascos com água. Mais de 14% dos locais propícios para criação do mosquitos tem sido nas calhas, lajes, ralos e sanitários em desuso. A mesma porcentagem foi detectada em recipientes de plásticos, latas e lixos em geral deixados nos quintais.

Ações educativas

Atividades são desenvolvidas periodicamente na secretaria de Saúde, em escolas e empresas. Segundo a Educadora em Saúde, Maria Vitória dos Santos, desde o ano 2009 é realizado o projeto Reciclarte que consiste em incentivar os participantes a combaterem os criadouros e ainda preservarem o meio ambiente.

Nesta semana, a oficina foi promovida na secretaria de Saúde. “Caixas de leite se transformam em vasos e garrafas pets em flores. Vidros também são utilizados para transformação de possíveis criadouros, materiais inservíveis resultam em obras de arte”, exemplificou.

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