Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2018
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Meio Desligado – Luz e tela: uma releitura de Caravaggio

qua, 8 de abril de 2015 07:21

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Símbolo da arte barroca, o artista italiano Michelangelo Merisi da Caravaggio era o mestre das luzes e das sombras, o chamado efeito chiaroscuro. De suas telas saltavam cenas bíblicas fortes, brutais. Camponeses, mendigos, prostitutas, pessoas comuns, que não eram da nobreza, mas cheios de expressões, eram seus modelos. Os fundos escuros com pontos de luz principalmente nos rostos acentuam o realismo das obras e a beleza das composições.

“Os Músicos”, de Caravaggio

“Os Músicos”, de Caravaggio

 

Tal legado serviu de inspiração para a fotógrafa brasileira radicada na Itália, Monica Silva. Como Caravaggio pintaria se estivesse vivo hoje? Eis o ponto de partida para a exposição “Lux Et Filum”, nome que significa luz e tela em latim. As sete imagens retratadas por ela são releituras das obras “Medusa”, “Baco”, “Os Músicos”, “São Jerônimo escritor”, “Narciso”, “Ceia de Emmaus” e “Cesta de Frutas”.

As fotografias foram produzidas na Itália, no estúdio de Mônica Silva, que já fez trabalhos para a Vanity Fair e Style. Os trabalhos propõem a reinterpretação pop das obras do “mestre do chiaroscuro” na sociedade atual. “Para me inspirar em um dos maiores autores da história da arte foi necessário coragem, empreendedorismo e um forte desejo de deixar vestígios da própria existência”, disse ela em uma entrevista.

“Os Músicos”, foto de Mônica Silva

“Os Músicos”, foto de Mônica Silva

 

A mostra “Lux Et Filum, uma visão contemporânea de Caravaggio” termina no dia 17 de abril e está no Instituto Italiano di Cultura, em São Paulo.

Mad Max – Estrada de Fúria

A espera pelo quarto filme da franquia de sucesso mundial, a primeira estrelada por Tom Hardy, está próxima do fim. A estreia é prevista no Brasil para o dia 22 de maio e, nesta semana, um novo trailer foi divulgado. Neste e no anterior, estão presentes a estética apocalíptica do deserto e metal, além de corridas de carro e cenas de violência.

mad max

Protagonizados por Mel Gibson, Mad Max, de 1979, e as sequências, Mad Max 2 (1981) e Mad Max – Além da Cúpula do Trovão (1985), com Tina Turner no papel de Tia Entity retrataram a trajetória de Max Rockatansky, que vive solitário em um mundo devastado e perigoso.Os fãs tiveram motivos para confiar que o novo filme não seria uma bizarrice como o novo Conan porque o diretor George Miller estaria no projeto, mas houve uma suspeita de que o estúdio forçaria a barra para que ele economizasse na violência. No entanto, o estúdio Warner tranquilizou a todos divulgando uma classificação indicativa de 18 anos nos EUA.

Por falar em classificação indicativa, para quem acha que não existe censura nos governos petistas, tente levar seu filho de 17 anos para assistir um filme com indicação de 18 anos que você, com seu julgamento de pai, considere adequado para a idade dele. O exagero na hora de definir a “indicação”, que até onde sei, é diferente de “proibição”, foi um dos grandes serviços prestados pelo finado Márcio Thomaz Bastos como Ministro da Justiça do governo Lula.

100 anos de Billie Holiday

Billie Holiday nasceu em Baltimore, Maryland, em 7 de abril de 1915. Um de seus biógrafos a definiu como “uma pessoa mais fascinante do que qualquer personagem criada por romancistas”. A cantora de olhar triste não foi tão popular junto ao público, não teve hits nas paradas de sucesso e era desejada pelas gravadoras mais por prestígio que por vendas. No entanto, Billie Holiday é endeusada pela crítica e pelos apreciadores de jazz. Sua mais famosa canção, “Strangefruit”, retrata o linchamento de afro-americanos.

billie holiday

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