Quarta-feira, 14 de Novembro de 2018
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Equipes da secretaria de Trabalho e Ação Social atuam na prevenção a violência contra a mulher

sex, 17 de agosto de 2018 05:35

Da Redação

Neste mês, a Lei Maria da Penha completa 12 anos. Foi por meio dela que a violência doméstica e familiar contra a mulher passou a ser tipificada e definida como crime.

 Mulheres que sofreram ou sofrem algum tipo de violência devem procurar os serviços que são oferecidos gratuitamente


Mulheres que sofreram ou sofrem algum tipo de violência devem procurar os serviços que são oferecidos gratuitamente

 

Em Araguari, atividades de prevenção e ações de acompanhamento às vítimas são realizadas pela prefeitura por meio da secretaria de Trabalho e Ação Social. O trabalho acontece no CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social).

Nestes locais são promovidos atendimentos às mulheres, aos idosos, e também a adolescentes que cumprem medidas socioeducativas. Além de atendimento individual são realizadas oficinas e atividades através de equipe composta por psicóloga, assistente social e advogada que faz as mediações, que são encaminhadas pelo Ministério Público.

Segundo informações da assistente social Edileuza Barbosa Santos, a demanda do CREAS é expressiva. “Mais de 300 pessoas são atendidas todos os meses”, afirmou.

Inicialmente, quando é constatada a violência sofrida os profissionais encaminham o caso para a delegacia para que sejam feitos os procedimentos como exames de corpo de delito e instauração de inquérito, de competência da Polícia Civil.

A assistente social afirma que o município possui cinco CRAS (Centros de Referência de Assistência Social) os quais fazem o trabalho de prevenção da violência contra a mulher.

Nestes locais são formados grupos de mulheres que se reúnem semanalmente para receberem informações sobre os direitos delas, garantidos com a Lei Maria da Penha e também informações sobre qualificação profissional.

Uma das dificuldades, ainda enfrentada na sociedade, é a resistência das mulheres em seguirem com a denúncia. “Muitas delas, depois de poucos dias da denúncia, comparecem no órgão juntamente com o companheiro alegando que foi um mal entendido. Mesmo nestes casos continua sendo feito o monitoramente.”

Sobre o aumento no número de denúncias, Edileuza acredita que o crescimento se deve às informações sobre direitos, algo que tem sido mencionado frequentemente, principalmente nas mídias.

A dependência emocional e sexual está entre os motivos das mulheres aceitarem humilhações. “Quando elas não conseguem ficar sem o companheiro, se submetem a pressões psicológicas, o que não deixa de ser uma violência. Culturalmente as pessoas consideram só as agressões físicas como violência, mas qualquer tipo de situação que coloca a mulher em estado vexatório ou pressão psicológica já é violência.”

Edileuza exemplifica alguns casos. “Muitas mulheres dizem que o companheiro apenas lhes deu empurrões, não enxergando que antes disso, ela sofreu com xingamentos. Elas não têm a concepção que estavam passando por uma violência, que vai se agravar, pois de um empurrão, vira um tapa, um chute, há o uso de arma, mesmo porque a violência tende a ser cada vez mais intensa”.

As mulheres que sofreram ou sofrem algum tipo de violência podem procurar os CRAS e CREAS e também a Delegacia de Polícia Civil onde serão orientadas, principalmente sobre as medidas protetivas, as quais são autorizadas pelo Judiciário.

A Delegacia de Proteção à Mulher, ao Idoso, à Criança e ao Adolescente da Mulher está localizada na rua José do Patrocínio, 291, Centro.

 

3 Comentários

  1. BRUKUTU SINCERO (ERNANE Ferreira da Silva Júnior) disse:

    Ano de eleições começam dividir para governar se o país tivesse lei serias para quem atentasse contra vida humana,Não precisaria de ter apoio so para um sexo ,TÁTICA ESQUERDISTAS
    A
    #CORAGEMPARAFAZEROCERTO E DIZER TAMBÉM ASS BRUKUTU SINCERO

  2. Anônimo disse:

    Leis até existem, só que além de se serem muito brandas, ainda por cima não são cumpridas. Dão liberdade até para maníacos, só porque comportou bem na prisão. Já comporta bem para poder sair e junta o fato que o preso dá despesa. Aí o bandido volta para as ruas para continuar cometendo crimes. Esse povo não tem noção, eles não analisam quem estão colocando nas ruas.

  3. Anônimo disse:

    Eu conheço um que no passado gostava de dar uns tapas na namorada. Ele era bravo. Atualmente ele não faz mais isso. Só que agora ele encontra-se preso, por outros motivos. Foi preso junto com um monte de amiguinhos. Não sei se ainda está preso, alguns já foram soltos.

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