Quinta-feira, 21 de Março de 2019
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Empresário trabalha o tema empreendedorismo na internet com foco na responsabilidade social

ter, 14 de março de 2017 05:45

por Mel Soares

Em 1999, Cláudio Marcellini foi pioneiro na área de como ganhar dinheiro por meio de investimentos na internet. O empreendedor esteve em Araguari no ano passado para ministrar gratuitamente palestras sobre o tema e está de volta para viabilizar ações na parte comercial.

Em entrevista ao Jornal Gazeta do Triângulo, no último fim de semana, Marcellini falou sobre inclusão digital e cuidados durante compras feitas pela internet. Conforme dados apontados pelo profissional, mais de cem milhões de brasileiros são consumidores digitais.

“Hoje estamos à frente de uma empresa que é líder de mercado. O intuito é dar apoio a população para usar adequadamente as redes sociais, não como forma de entretenimento ou fofoca, mas como maneira de geração de valores. Milito pela inclusão digital”, destacou.

Cláudio Marcellini, formado em administração de empresas e hotelaria, é escritor e fundador da M Holding

Cláudio Marcellini, formado em administração de empresas e hotelaria, é escritor e fundador da M Holding

 

Ao iniciar o tema, Marcellini destacou o equívoco dos brasileiros em acreditarem que a inclusão digital acontece apenas para que o aluno tenha acesso a programas como Windows em uma sala de aula, o que, segundo ele, é considerado como informática.

“A inclusão digital ocorre com o uso adequado da tecnologia da informação gerando um quadro de melhora para o indivíduo ou para toda uma sociedade, demonstrando que numa sala de aula, de forma livre e gratuita, é possível haver troca de informações. É se conectar com alunos do mundo inteiro e trazer uma solução melhor e interessante para a sala de aula, reduzindo, por exemplo, a evasão escolar, as notas baixas, aí você tem a inclusão digital”, explicou.

Além da educação, a inclusão digital se aplica em inúmeras áreas em que é possível utilizar adequadamente as tecnologias da informação, dentre elas, na segurança pública e turismo.

“A pessoa está chegando à cidade de Araguari. Ao invés de utilizar apenas aplicativos para bater papo, pode também usar um programa que vai mostrar qual é a rua que tem menos trânsito, aonde tem vaga para estacionar, aonde teve acidente, aonde aconteceu um assalto agora. Então, ele digitaliza todo o plano diretor municipal em tempo real. Com isso você gera menos incidência de tráfego de veículos, menos acidentes e menos transtornos ao procurar uma vaga de estacionamento”, exemplificou.

Segundo destacou, a falta de capacitação das pessoas gera dificuldade durante o consumo de bons produtos e projetos sociais disponibilizados na internet. Apesar das orientações sobre como não cair em fraude, o profissional afirma que a segurança em comprar pela internet é cinco vezes maior do que a forma tradicional.

“A falta de capacitação de quem vende e de quem compra pode gerar supostas fraudes, que na verdade, não são; por exemplo: um jovem de 18, 20 anos que está desempregado é orientado a montar um site, sendo possível com dois, três mil reais. Porém existem as questões de prazo que são de 40, 60 e 90 dias para que um produto chegue ao seu destinatário. Tem as questões de tributação, muitas vezes podendo dobrar o preço. Pode também haver apreensão, furto, extravio”, alertou.

Conforme informou, caso a pessoa não se atente para os requisitos de prazo e outros contratempos pode haver denúncias infundadas junto ao Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor).

Por isso, Marcellini alerta para que os consumidores optem pelo pagamento das mercadorias em cartão de crédito. “Jamais faça a compra por depósito, se for pelo cartão e acontecer qualquer problema, basta cancelar”, acrescentou.

De acordo com orientações, é possível montar um negócio pela internet com quatro a seis mil reais. “A forma de usar a internet sempre como geração de valores desde que você esteja apto para isso é uma grande possibilidade.”

Perícia digital

O empresário afirma que atualmente existem vários peritos e empresas que identificam difamadores, aqueles que falam mal de empresa, de uma pessoa numa rede social. “Isto é crime. Não tenho autorização para publicar a foto de outra pessoa no facebook. Se a pessoa não gostar e eu não remover, ela pode me processar. Então as pessoas precisam ter muito cuidado para não agir com a emoção e sim com a razão”,

Falar mal dos outros em rede social, por mais simples que seja o comentário, é perigoso; é crime inclusive está determinado no Marco Civil da internet.

Dados do entrevistado

Cláudio Marcellini, formado em Administração de empresas e hotelaria, é fundador da M Holding e escritor com a publicação nacional e internacional do livro – “Frankia Virtual Multiplicando possibilidades”, em 2008 e “Empreender & Apreender com a Internet” em 2016.

Autor de diversos artigos, publicados nos principais veículos de comunicação do país é mantenedor dos blogs: claudiomarcellini.org, e claudiomarcellini.net, e do Instituto Brasileiro de Inclusão Digital: www.institutoibid.com.

Protagonista na coletânea de documentários de Empreendedorismo participou de 30 documentários no Brasil e exterior, distribuídos gratuitamente em escolas.

Em canais gratuitos, como Youtube, Google, Vmeo, Dailymotion, podem ser observadas, mais de 5000 vídeos, entre aulas, dicas e entrevistas, realizadas pelo professor Cláudio, que iniciou no mundo dos negócios, ainda na infância, vendendo e alugando brinquedos em sala de aula.

Fundou a primeira empresa de E-franchising, especializada e notória em Inclusão Digital, a FrankiaVirtual.com. Além de gestora de diversas ferramentas virtuais, como Payseg.com.br, Vendeateamae.com.br, é considerada a maior consultora e gestora dos lojistas virtuais (comércio eletrônico) com mais de 2000 lojas atendidas.

Hoje a “Frankia Virtual” é uma multinacional que atua em 12 países, e além do crescimento exponencial, é compromissada com diversos projetos sociais em prol da sociedade.

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