Sexta-feira, 15 de Novembro de 2019
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Educadores de Araguari aderem à paralisação estadual da Educação em Minas Gerais

qui, 7 de novembro de 2019 05:42

Da Redação

Trabalhadores da Educação de Minas Gerais realizam uma paralisação total das atividades nesta quarta-feira, 6. De manhã, os servidores participaram de uma audiência pública da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia na ALMG (Assembleia Legislativa de Minas Gerais). O encontro teve como objetivo discutir o plano de atendimento para 2020, que se trata de uma análise para atender às demandas de vaga nas escolas, a municipalização de turmas, além do cancelamento de matrículas do 1º ao 5º ano e até mesmo o fechamento total de escolas, que, segundo os profissionais causaria um processo de “municipalização forçada”.

Paralisação-2

O SindUte subsede Araguari organizou uma caravana para representar a cidade nas mobilizações realizadas em BH

 

Ainda na pauta, os profissionais reivindicaram o pagamento integral do 13º salário de 2019 e do piso salarial da categoria no valor de R$ 2.557,74. O piso é reconhecido na Constituição Federal, em Lei Federal e na Lei Estadual 22.062/2016. Em julho de 2018, a ALMG aprovou uma emenda à Constituição de Minas Gerais que também reconhece o direito. À tarde, os servidores realizaram um ato em Belo Horizonte e, posteriormente, a direção estadual do Sind-UTE/MG (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais) participou de uma reunião negociação com a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

Devido à adesão de grade número de profissionais de todo o Estado, as aulas nas instituições de ensino foram paralisadas. Em Araguari, dos dezenove colégios estaduais cinco fizeram paralisação total de atividades, são eles: E.E Paes de Almeida; E.E Dona Eleonora Pieruccetti, E.E Professora Katy Belém; E.E Madre Maria Blandina (Polivalente) e E.E Professor Antônio Marques (Estadual). Por sua vez, as escolas E.E Rainha da Paz e E.E José Carneiro da Cunha tiveram paralisação parcial em seus turnos.

As ações de manifesto na cidade começaram ainda na noite de terça-feira, 5, quando a coordenação do Sindicato e demais profissionais partiram em caravana para Belo Horizonte, a fim de representarem o município nas atividades programadas. Diante disso, até o fechamento desta edição não haviam retornado o contato. Em nota, a Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG) informou que o Plano de Atendimento é uma ação que acontece anualmente na rede estadual e tem como objetivo a organização das escolas para atendimento e garantia de vaga aos estudantes no ano subsequente.

Trata-se de um trabalho da SEE/MG, considerando a demanda por vagas, os espaços físicos, etapas da educação e a localização geográfica de cada unidade escolar, buscando a qualidade da aprendizagem dos alunos. A Secretaria salientou, ainda, que serão garantidas vagas para atender a demanda de todos os estudantes. Sobre a municipalização dos anos iniciais do ensino fundamental em algumas unidades de ensino, a SEE/MG afirma que a medida atende à demanda das prefeituras, ou seja, a municipalização está respondendo a um pedido dos prefeitos.

Além disso, em relação ao pagamento do 13º salário e ao piso salarial dos professores, a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) somente repassaria as devidas informações após o término das reuniões agendadas, entretanto, as atividades serão retomadas normalmente nesta quinta-feira, 7. Dando continuidade às atividades programadas, acontece hoje entre as 19 e 21h, em Belo Horizonte uma Mesa Redonda com o tema “A Reforma Empresarial da Educação”. O encontro visa discutir a privatização da educação pública, o programa Future-se e outras iniciativas dos governos federal e estadual que estão em curso. A iniciativa tem o apoio do projeto “Pensar a Educação, Pensar o Brasil”, do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) e da União Nacional dos Estudantes (UNE).

 

1 Comentário

  1. Anônimo disse:

    Deixa eu ver se eu entendi. Fechar tudo de uma vez não pode, porque a prefeitura não comporta. Aonde iriam colocar os professores efetivos. Tem bairro que só tem escola estadual. Ele quer jogar no município para fazer economia. Professores e demais funcionários ficariam desempregados e aumentaria a massa dos proletariados que não poderiam gerar renda ao comércio. Isso é coisa de gente louco. Vamos todos fazer um boicote ao passageiro.

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