Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2018
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Consumidores reclamam de prestação de serviços de fotografia no município

qua, 21 de fevereiro de 2018 05:59

Da Redação

Mais de 40 pessoas apresentaram queixas relacionadas ao mesmo profissional

O Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor (PROCON) tem recebido diversas reclamações relacionadas à prestação de serviços de fotografia no município. Segundo informações do órgão, mais de 40 consumidores reclamaram de situações em que o profissional recebe o valor do serviço antecipado e não cumpre com as cláusulas contratuais.

Igor Eduardo Silva contratou um serviço de fotografia para seu casamento há dois anos e não recebeu o material. “Eu e minha esposa estávamos com o casamento marcado e ainda não tínhamos um serviço de fotografia. Um dia passamos em frente a um estúdio, fomos muito bem recebidos pelo fotógrafo, fizemos um contrato e pagamos o serviço adiantado. As fotos foram tiradas no dia do casamento, mas até hoje não recebemos o nosso álbum”.

O consumidor expôs sua situação nas redes sociais e percebeu que muitos passaram pela mesma situação nos últimos anos. “Descobri muita gente com problema e com o mesmo fotógrafo. Alguns consumidores contrataram o serviço há mais de cinco anos e ainda não receberam seus álbuns. Aqueles que receberam, afirmaram que o serviço não é de qualidade e as fotos estavam erradas. Criamos um grupo com mais de 40 pessoas lesadas e somamos um prejuízo coletivo de mais de R$ 100 mil”.

O consumidor registrou um Boletim de Ocorrência e também buscou auxílio no Procon. “Geralmente, as pessoas não pensam em se casar duas vezes, então, esse é um momento único. Por isso, confiamos em um profissional e fomos lesados. Antes de fechar o contrato com um profissional, procurem saber se há reclamações no Procon ou no Tribunal de Justiça. É necessário pesquisar para evitar dores de cabeça futuras”.

Outra consumidora contratou os serviços de fotografia do mesmo profissional em 2016 e os álbuns também não foram entregues. “Contratei o fotógrafo para cobrir a festa de aniversário de três anos da minha filha e consegui receber as fotos para aprovação. Aprovei o material em janeiro de 2017 e o fotógrafo pediu o prazo de 90 dias para a entrega do álbum e painel. Foram diversas promessas de entrega e, em julho, pedi meu dinheiro de volta. Recebi um cheque como garantia, mas não tinha fundos”.

Uma profissional que atua no setor de eventos em Araguari também afirmou ter sido lesada pelo fotógrafo. “Combinamos de fazer um trabalho em conjunto e eu receberia o pagamento alguns dias antes do evento, que aconteceu em junho de 2017. Participei do evento e depois de várias ligações e idas ao estúdio, recebi um cheque sem fundos. Após sete meses, o fotógrafo não atende ao telefone, não retorna as minhas ligações e nunca está em seu estúdio. Tive gastos para realizar o evento e fiquei com o prejuízo financeiro”.

De acordo com Cláudio Rodrigues, diretor de fiscalização do Procon, existem várias reclamações relacionadas ao mesmo profissional. “Fiz oito ocorrências sobre o mesmo fotógrafo e, recentemente, fui informado de que ele não atua mais no ramo. Os consumidores devem ficar atentos a esse tipo de situação”.

A reportagem do Gazeta do Triângulo entrou em contato com o fotógrafo e o mesmo afirmou que houve atraso na entrega dos materiais e que entrará em contato com todos os clientes para resolver a situação. O profissional ressaltou que todos os contratos serão cumpridos.

A recomendação do Procon é para que o consumidor busque informações sobre os profissionais antes de assinarem os contratos. “É preciso estar sempre atento ao buscar esse tipo de serviço. É importante saber a procedência do fotógrafo, se o mesmo possui empresa com CNPJ e se o serviço é de qualidade. Caso contrário, além do prejuízo financeiro, o consumidor não sabe onde suas fotos podem parar no futuro”, acrescentou Cláudio Rodrigues.

Em situações como essa, o consumidor deve buscar atendimento no Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor, localizado na rua Coronel Lindolfo França, 553, Centro, ou no Juizado Especial, na rua Virgílio de Melo Franco, 281, Centro.

5 Comentários

  1. dorival dias disse:

    o que adianta fazer a reportagem mas não dizer quem é o tal fotógrafo para evitar que outros tenham mais prejuízos

  2. Luciana disse:

    A reportagem seria de grande valia, caso revelasse o nome do fotógrafo no sentido de alerta as pessoas que estão para contratar o tal fotógrafo ou contratou e ir atrás do seus direitos…
    Mas da forma como está aqui exposta, de nada serviu, anão ser para encher a página com um texto, que no fim não ajudou em nada!

  3. Claudette disse:

    Chama-se Paulo Jose

  4. SANDOVAL FRANCO FERREIRA disse:

    Tenho que concordar com a leitora Luciana e ir mais além, o jornal com isso está prestando um desserviço a sociedade ao não divulgar o nome desse e diversas pessoas que se envolvem em crimes contra o cidadão comum, tais como criminosos, assassinos, estrupadores, traficantes, enfim bandidos infiltrados na sociedade. A editoria do jornal tem que rever os seus conceitos, e não me venham falar que podem ser processados, pois ao assumirem o compromisso de informar aos leitores, que compram ou assinam o jornal, sabem que isto pode ocorrer mas com uma incidência insignificante. Eu diria que são ossos do ofício.

  5. ANONIMO disse:

    PAULO JOSE FOTOGRAFIA

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