Segunda-feira, 01 de Junho de 2020
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Comércio local sofre com os impactos da Covid-19

sex, 22 de maio de 2020 09:04

Da Redação

Mesmo com a reabertura do comércio local perante a execução das normas preventivas exigidas no plano de contingência, oferecido pelo Comitê de Enfrentamento Especial, os empresários araguarinos continuam trabalhando diante dos impactos da Covid-19. A pandemia que afetou drasticamente diversos setores comerciais e industriais, ocasionou o consumo moderado mediante a redução e até mesmo cortes salariais.

- Medidas higiênicas preventivas continuam sendo exigidas para a entrada e permanência em estabelecimentos comerciais.

Medidas higiênicas preventivas continuam sendo exigidas para a entrada e permanência em estabelecimentos comerciais.

Após as primeiras notificações de casos confirmados em Araguari, foi determinado a suspensão das atividades comerciais por algumas semanas. A retomada dos serviços aconteceu gradualmente através de vendas online utilizando o método de delivery, até que a reabertura progressiva pudesse acontecer no final do mês de abril.

Desde então, por mais que o movimento nas lojas tenha voltado a acontecer, a arrecadação continua baixa, demonstrando uma queda de 60% a 70%, de acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Araguari. Em entrevista à reportagem, o presidente da entidade, Pedro Luis, destacou a importância do empresário se reinventar neste momento, utilizando novos mecanismos de venda para captar e fidelizar os clientes.

Na oportunidade, ele ainda disse que a cidade foi privilegiada diante da abertura prematura do comércio, em comparação com tantos outros municípios brasileiros que continuam com várias atividades suspensas, como em restaurantes, academias e igrejas. “Como os nossos números permitem, a abertura do comércio de Araguari não acarretou em nenhum prejuízo para a saúde do município, isso é uma informação que parte da Secretaria de Saúde. Mas, estamos preocupados ainda com a situação do comércio como um todo. A gente acredita que vai demorar meses, talvez até anos para reequilibrar a parte comercial”, ponderou.

Ao passar pelas ruas centrais do município, a reportagem notou um fluxo considerável de pessoas entre um estabelecimento e outro. Entretanto, ao conversar com a vendedora de uma loja de roupas, que preferiu não ser identificada, o movimento realmente está além do esperado considerando as recomendações de distanciamento social, contudo, “tem muita gente que entra só para ‘dar uma olhadinha’, então a situação não está realmente melhorando como muitos podem pensar”. A jovem ainda disse que a situação é muito ruim para ela e tantos outros que estão trabalhando mediante reajustes na carga horária salarial, e que dependem também de comissões como uma ajuda extra no fim do mês.

Por outro lado, um empresário do ramo alimentício disse que, a loja realmente caiu bastante o movimento de clientes e consumo no local. Em contrapartida disse que o sistema delivery se fortificou desde que as atividades foram suspensas e, “ainda tenho muitos clientes que continuam optando por esse método de compras. É bom para a gente vender e também para a segurança de todos”, declarou.

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