Terça-feira, 04 de Agosto de 2020
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Capitão da Polícia Militar morre após ser contaminado pela Covid-19

qua, 15 de julho de 2020 11:07

Da Redação

O corpo do capitão foi enterrado em Patos de Minas, a cidade natal dele.

O corpo do capitão foi enterrado em Patos de Minas, a cidade natal dele.

Nesta terça-feira, 14, o comando do 53º Batalhão de Polícia Militar de Minas Gerais (BPMMG), informou a morte do capitão Ivanir Clementino de Brito. Após a passagem por diversas patentes da Polícia Militar, atualmente ele era o comandante da 252ª Companhia da PM em Araguari, também responsável pelo policiamento de Indianópolis, Estrela do Sul, Cascalho Rico e Grupiara.

 

O militar de 46 anos de idade, ficou internado em um hospital da rede particular de Uberlândia por cerca de 15 dias, em estado grave após ser contaminado pelo novo coronavírus. Com 27 anos de tempo de serviço, a PM lamentou em nota o falecimento do policial, e informou que está prestando toda a assistência à família dele. Na oportunidade, também esclareceu que todos os militares que trabalharam em contato direto com o capitão foram colocados em isolamento social, além de serem tomadas as medidas de higienização necessárias.

Em contato com a reportagem da Gazeta do Triângulo, o sargento Arlindo destacou que o capitão sempre foi uma pessoa do bem e comprometido com o trabalho policial, “honrando a farda que vestiu por muitos anos e enchendo de orgulho seus companheiros de profissão. Vai deixar saudades. Mas, seu legado e ensinamentos continuarão a influenciar muitos da Instituição Policial Militar”.

Apesar de trabalhar sob o comando do capitão Ivanir somente há um ano, o tenente Reinaldo também lamentou a morte do colega de profissão. Ele ainda disse que nesse período aprendeu muito com ele, e que o militar fará muita falta na unidade.

 

Militares prestaram homenagem ao colega na tarde desta terça-feira.

Militares prestaram homenagem ao colega na tarde desta terça-feira.

Por fim, o 1º tenente Washington também deu um depoimento sobre a morte do militar, ressaltando que ele marcou intensamente todas as pessoas com quem ele conviveu. “Como profissional doava-se ao máximo e para ele não tinha resposta negativa para o que fazia. Sempre trabalhava para prestar o melhor serviço possível. Oficial que possuía uma dinâmica diferenciada, cheio de energia, puxava todo mundo para frente, rumo ao sucesso da missão. Não estamos perdendo apenas um Capitão de Polícia, perdemos um amigo e a sociedade também perde um ícone da segurança pública que serviu em Araguari com tanta dedicação”, declarou o tenente.

 

 

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