Segunda-feira, 22 de Abril de 2019
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Bombeiros participam de capacitação para atuar nos resgates em Brumadinho

sex, 8 de fevereiro de 2019 05:01

por Mel Soares

Nessa quinta-feira, 7, a 2ª Companhia de Bombeiros Militar deu início a atividades como objetivo treinar a equipe composta por 45 militares que pode ser convocada a qualquer momento para ajudar nos resgates na barragem que se rompeu em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Militares estão sendo preparados para trabalhar na retirada de corpos

Militares estão sendo preparados para trabalhar na retirada de corpos

 

Segundo informações do sargento Pereira, que comanda o treinamento de salvamento terrestre, faz parte das ações resgates às vítimas de soterramento e desabamento. “A todo tempo estão convocando, e por isso precisamos capacitar nossos militares”, disse. Três militares de Araguari, sargentos Diniz e Nilson, e soldado Mendes, que possuem especialização na área, estão participando dos resgates em Brumadinho, onde são feitos rodízios entre os militares, que permanecem no local entre cinco a seis dias.

“É um trabalho exaustivo e, por isso, precisa ser feita esta troca de equipes. Estamos bastante ansiosos na expectativa de ajudar, mesmo porque este é o nosso trabalho. Não desejamos cessar as buscar até encontrar o último corpo”, enfatizou.

De acordo com informações do tenente Ésio, o treinamento inclui técnicas precisas de como resgatar um corpo por meio, por exemplo, do desmanche hidráulico em que são usados caminhões que depositam águas nos barrancos para que o barro se transforme em água. “Desta forma é possível retirar o corpo para não acontecer de maquinário arrancar pedaços.”

O militar comenta que os cães farejadores tem sido uma alternativa bastante eficaz para o encontro de cadáveres. “O cão tem de 15 a 20 vezes o olfato mais apurado que do homem, então ele consegue capturar pequenas partículas que nós não sentimos. Ele consegue identificar tanto da pessoa viva, devido aos hormônios, quanto da pessoa em óbito, cheiro característico da putrefação.”

A situação de Brumadinho é considerada atípica tendo em vista que foi um desastre devido a proporções que não foram programadas por nenhuma instituição de resgate. “A profundidade de lama chega a 18 metros. Para remoção são necessários anos, mas enquanto tiver a possibilidade de resgate de corpo estaremos presentes. A previsão é de que os trabalhos continuem pelos próximos dois ou três meses”, concluiu.

 

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