Sexta-feira, 15 de Novembro de 2019
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ALAA despede-se do acadêmico Milton de Lima Filho

ter, 5 de novembro de 2019 05:57

Edmar César

Presidente da Academia de Letras e Artes de Araguari -ALAA

            Com muito pesar comunicamos o falecimento, aos 85 anos de idade, na madrugada de 2 de novembro de 2019, em Uberlândia-MG, do nosso ínclito companheiro de jornadas acadêmicas, um dos abnegados companheiros pioneiros da fundação da Academia de Letras e Artes de Araguari – ALAA, em 1968: Milton de Lima Filho – cadeira nº 23, cujo patrono é o escritor Fernando Sabino.

A Academia de Letras e Artes de Araguari perde, fisicamente, um de seus mais lídimos representantes, pois, com certeza, estará sempre conosco em nossos pensamentos e corações, nos inspirando e intuindo, sempre.  Foi ele quem nos acolhera, no dia 14 de dezembro de 2007, quando recebíamos a Opa, símbolo da Academia e assinávamos o Termo de Posse assumindo a cadeira nº 15 do nosso sodalício. Seu discurso inigualável, emocionante, revestido de adjetivos e referências desconhecidos até por nós mesmos, ali homenageados. A suavidade e a entonação de suas palavras, como exímio orador que sempre foi, mescla de sentimento, razão, emoção e motivação jamais serão esquecidas das lembranças que ora guardamos daquela memorável e inesquecível noite da solenidade de posse.

Milton de Lima Filho retorna à Pátria celestial na certeza da missão cumprida e se encontra ao lado dos grandes confrades e trabalhadores do nosso sodalício que, também, ocupam a moradia espiritual: Abdala Mameri, Jeovah Bittencourt, Dr. Juvenil de Freitas, Risaco Akegawa, Professor Jarbas, Padre Chico, Vanda Pieruccetti,   Maria de Lourdes Reis, Sebastião Campos, Hilda Borges, Líbia Vieira e Luiz Carlos Leite.

Desejamos que o nosso confrade Milton de Lima Filho, ex-prefeito, deputado estadual e federal, secretário estadual, advogado, orador, conferencista, palestrante, escritor, agricultor, pecuarista, cidadão araguarino e honrado, respeitado e admirado acadêmico, seja contemplado pela paz espiritual em seu retorno para outra dimensão.

Deixa seu legado como araguarino da gema, terra que sempre defendeu e como político e acadêmico ficará na lembrança e nas ações da nossa Academia, hoje, entristecida e enlutada por esse fato ocorrido antes do nascer do Sol de 2 de novembro, data reservada ao Dia de Finados.

Quem sabe foi Miltinho que escolheu essa data específica do calendário terreno para estar junto àqueles que lhe foram caros, durante sua passagem por este orbe, para estar presente nesse grande e iluminado reencontro de almas proporcionado pelos nossos pensamentos e orações, sob o consentimento de Deus. Siga em paz, querido acadêmico Milton de Lima Filho. Saudade, sempre!

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