Segunda-feira, 18 de Novembro de 2019
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Acusada de matar idoso no bairro Bosque será julgada em novembro

sex, 18 de outubro de 2019 05:23

Da Redação

Será no dia 20 do próximo mês, a partir de 10h, no Tribunal do Júri da Primeira Vara Criminal da Comarca de Araguari a sessão de julgamento popular da mulher denunciada pelo Ministério Público por homicídio qualificado, por conta da morte de João Batista Gonçalves, em 2015, no bairro Bosque.

Ela chegou a apelar em Belo Horizonte para não ser julgada. Alegou legítima defesa e pediu absolvição do crime ou a desclassificação para o delito de lesão corporal seguida de morte, no entanto, não obteve êxito.

A acusada de 42 anos ficou presa por quatro meses e aguarda pelo júri em liberdade, mas deve atender às condições impostas pelo Juízo Criminal, o qual entendeu que não havia elementos concretos autorizadores da manutenção da prisão preventiva.

Segundo o Ministério Público, no dia 13 de abril de 2015, por volta das 16h, na rua Raul José de Belém, a acusada, valendo-se de recurso que dificultou a defesa do ofendido e com emprego de meio cruel, matou João Batista Gonçalves, de 59 anos.

Narra que ela trabalhou em algumas oportunidades em companhia da vítima, realizando a limpeza inicial de imóveis recém-construídos; que na referida data, com propósito não apurado, se dirigiu até a casa do homem, encontrando-o sozinho em seu quarto; que por um desacerto não esclarecido, a mulher trancou a porta da casa e, depois de se apoderar disfarçadamente de uma barra de ferro encontrada no local, precipitou-se sobre a vítima, colhendo-o completamente distraído, para golpeá-lo fortemente na cabeça, atordoando-o.

Em seguida, ignorando as súplicas do idoso, a denunciada desferiu reiterados golpes, atingindo-o, em especial, na cabeça e abdômen; que durante a execução do crime, a mesma foi surpreendida pela chegada de terceiras pessoas no imóvel, tendo, porém, continuado as agressões, somente interrompidas ao ouvir o anúncio de que a Polícia Militar fora acionada.

Sustenta, ainda o MP, que, objetivando impedir o socorro imediato da vítima desfalecida, ela permaneceu trancada no imóvel por alguns minutos, tentando evadir, mas foi contida até a chegada das viaturas policiais.

Por fim, relata que João Batista foi socorrido com vida, mas veio a óbito um mês depois, em virtude dos ferimentos sofridos.

No começo do mês, a Primeira Vara Criminal irá realizar o sorteio dos 25 jurados, dos quais sete serão escolhidos para decidir se a acusada é culpada ou inocente.

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