Terça-feira, 04 de Agosto de 2020
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Coluna: Da redação (09/07)

qui, 9 de julho de 2020 12:21

NEGATIVO

Deputado federal Zé Vitor Aguiar (PL) e demais integrantes da comitiva que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro testaram negativo para a covid-19. A informação foi confirmada pelo próprio deputado.

 

MUDANÇA DE PLANOS

O que se fala pelos corredores é que a entrega do Hospital de Campanha deu fôlego ao atual prefeito, o que pode acabar o animando novamente para o pleito eleitoral.

 

CURADO

“Eu venci a COVID! Fui contaminado faz mais de 15 dias…devo ter contaminado minha amada esposa, mas tudo passou. Os sintomas de uma dengue foram piores, mas longe de se assemelhar a uma gripezinha”. Estas foram as palavras do delegado Fernando Storti em suas redes sociais, confirmando sua vitória para com a  doença e o retorno às atividades em prol da sociedade.

 

CANDIDATO

O deputado federal Lafayette Andrada anunciou ser pré-candidato à prefeitura de Belo Horizonte. “Como Deputado Federal tenho lutado pelos municípios de Minas Gerais e como belorizontino quero aprofundar esse trabalho em nossa capital.”, disse o deputado

 

BOLSONARO COM COVID-19

Pois é, depois de tanta polêmica o vírus chega ao presidente, que deverá anunciar, depois de alguns dias, que foi curado pela cloroquina. A pandemia agora chegou ao gabinete presidencial. Vem mais polêmica pela frente. É o Brasil.

 

ABERTURAS E RISCO

A pressão política e a situação de aperto que aflige setores produtivos com a virulência da pandemia do Covid-19 têm empurrado governadores e prefeitos de praticamente todas as regiões do país a aliviar o distanciamento social e autorizar a abertura de diversos setores, como a de bares, restaurantes e academias. Mas a realidade tem sido cruel para a sociedade. Repiques e aumento nos volumes de contaminados e mortos ocorrem em diversas praças. As aglomerações se multiplicam, quebrando as taxas razoáveis de isolamento social. O Brasil está na linha de frente das maiores ocorrências. E um clima de festa toma conta das ruas, principalmente à noite.

 

ELEIÇÕES MUNICIPAIS

O adiamento das eleições municipais para 15 e 29 de novembro será benéfico para os candidatos novos, que terão um tempinho maior para expor suas ideias ao eleitorado. Os atuais prefeitos e vereadores já contam com o conhecimento do eleitor, apesar da inexorável inclinação do cidadão de passar uma vassoura nos velhos padrões. Quem mais poderá se beneficiar do momento e das circunstâncias de uma eleição “contaminada” pelo danado do novo coronavírus?

 

FRENTES PARLAMENTARES

A intermediação social entrou forte nas frentes de pressão. Os corredores do Congresso tornaram-se passarela para o desfile de associações, sindicatos, federações, núcleos, grupos, movimentos de todos os tipos. Pois bem, o voto em novembro terá essa forte alavanca organizativa. Outro vetor de peso eleitoral é o das frentes parlamentares, formadas por bancadas de defesa de círculos de negócios. Os deputados tentarão aumentar suas bases, elegendo vereadores e prefeitos de bancadas organizadas, como a religiosa, do agronegócio, dos servidores públicos, dos militares, do setor de serviços, dos profissionais liberais etc.

 

ATENÇÃO, PREFEITADA

O ciclo de vida da administração – A maximização de um programa de marketing para prefeitos implica compreender o ciclo de vida da gestão. Como no ciclo de vida de um produto, podemos distinguir seis fases:

1. O lançamento – Os primeiros seis meses são dedicados ao diagnóstico e ao ajustamento da administração. O marketing deverá procurar trabalhar com o campo das dificuldades.

2. O ajuste da identidade – Na segunda metade do primeiro ano começam a aparecer os primeiros sinais de visibilidade e os primeiros programas de ação. Trata-se da fase propícia para ajustar a identidade.

3. Fase de crescimento – No segundo ano, as administrações começam a operar, de modo mais firme, seus programas, com destaque para as prioridades. O conceito da administração deve emergir de modo forte.

4. A fase da consolidação e maturidade – O terceiro ano é o ciclo das realizações, quando se procura consolidar os programas. A administração está madura, a equipe ganha experiência e a identidade da administração ganha destaque no sistema cognitivo do eleitor.

5. Clímax/auge – O último ano é, geralmente, o ciclo mais político, com a administração voltada para programas de inaugurações e demandas políticas. Se até o presente a administração não ganhou um conceito, perdeu a chance. Passará em branco.

6. Declínio – O governante entra no despenhadeiro e joga sua imagem nas profundezas. Quando isso ocorre ao final da gestão, é pouco provável que se reeleja ou faça o sucessor. A exceção é quando o candidato consegue descolar sua imagem da imagem do patrocinador.

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