Domingo, 21 de Julho de 2019
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Neuropsi – O que é o transtorno de esquiva?

qui, 16 de fevereiro de 2017 05:04

Abertura-neuropse

1-O que é o transtorno de esquiva?

O transtorno de esquiva é um dos transtornos da personalidade normalmente suportado pela personalidade esquiva, que é caracterizada pela evasão das situações sociais de relações interpessoais próximas, devido a um medo excessivo de rejeição pelas outras pessoas. Entre 0,5 e 1% da população em geral sofre de transtorno de personalidade esquiva.

2-Quais são as principais características clínicas do transtorno de esquiva?

No transtorno da personalidade esquiva, evita-se qualquer tipo de interação pessoal; se bem que, exista o desejo de se aproximar das pessoas, mas o medo de ser rejeitado é mais forte. As pessoas com esse transtorno evitam todo tipo de contato social por um medo extremo de humilhação, ridicularização e desprezo. Seu comportamento tenso e cauteloso provoca o deboche das outras pessoas, confirmando assim, suas dúvidas quanto a si.

Apresenta ainda  excessiva timidez, hipersensibilidade e medo de novas pessoas e situações, isolamento social, evitação de contato físico, sentimentos de inadequação, baixa autoestima, desconfiança constante das outras pessoas, distanciamento emocional, excessiva autocrítica negativa, sentimentos de inferioridade, em casos mais severos, uso da fantasia para escapar da realidade.

3-Como é o comportamento da pessoa com esse transtorno?

As pessoas com esse transtorno evitam todo tipo de contato social por um medo extremo de humilhação, ridicularização e desprezo. Seu comportamento tenso e cauteloso provoca o deboche das outras pessoas, confirmando assim, suas dúvidas quanto a si. Além disso, como os indivíduos com esse transtorno estão constantemente preocupados em ser criticados ou rejeitados em situações sociais, podem apresentar um limiar bastante baixo para a detecção de tais reações e ao menor sinal de desaprovação ou crítica podem se sentir extremamente magoados.

Em público, procuram se tornar “invisíveis” e se esquivam de atividades que envolvam contato interpessoal pelo medo de que a atenção dos outros seja rejeitadora. Em geral, as outras pessoas se referem a eles como “envergonhados”, “tímidos”, “solitários” ou “isolados”.

4-Como desconfiar se um indivíduo apresenta  transtorno de esquiva?

1.Evitação de atividades devido a um medo irracional de rejeição ou críticas.

2.Falta de vontade de entrar em um relacionamento interpessoal.

3.Moderação em situações interpessoais por causa do medo de ser ridicularizado.

4.Preocupação com a crítica e temor de rejeição.

5.Inibição das relações interpessoais devido a sentimentos de inadequação.

6.Percepção irreal de inadequação social e inferioridade perante aos outros.

7.Relutância em participar de atividades novas devido à ideia de risco e constrangimento.

5-Como tratar o transtorno de esquiva?

Em geral, os tratamentos devem ser psicoterápicos, mas não têm uma eficácia total. A terapia cognitiva é útil no tratamento do transtorno de esquiva. Ela centra-se na mudança de padrões cognitivos distorcidos, examinando a validade das hipóteses por trás deles. O tratamento pode envolver também treinamento de habilidades sociais, tratamento de exposição gradual, terapia de grupo e, algumas vezes, tratamento medicamentoso.

Se um paciente sente que ele é inferior, desagradável e socialmente inaceitável, o terapeuta cognitivo irá testar a realidade dessas premissas. Ao mostrar ao paciente que outros valorizam a sua presença e que situações sociais podem ser agradáveis, a irracionalidade de seus medos e inseguranças sociais ficam ostensivamente expostas. Este processo é conhecido como reestruturação cognitiva. É também necessário tratamento com psiquiatra.

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