Quarta-feira, 24 de Julho de 2019
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DIREITO E JUSTIÇA

qui, 30 de março de 2017 05:40

Abertura-direito-e-justica

Pinga-fogo:

  • Punir a corrupção? Sim. Com certeza! Mas, punir o País? COMO FIZERAM?

 

  • Houve muito estrelismo, muita pirotecnia. Quais os motivos? SAIBA-SE LÁ!

 

  • Eis o nosso velho e agora reconhecido produto de exportação: A CORRUPÇÃO!

 

  • Temer está indo bem ou mal? É sincero ou não em suas intenções? DÚVIDAS!

 

  • Como quer que seja, eu não votei em Temer. Foi você, petista. FOI VOCÊ!

 

  • Estou começando a achar o seguinte: A PREVIDÊNCIA É SUPERAVITÁRIA!

 

  • Lista fechada de candidatos?  Vergonha! Mostrem seus rostos, políticos! NÃO !!!

 

  • Os civis estão perdendo rapidamente de novo o bonde da história. CUIDADO!!!

 

  • Quais seriam as consequências da cassação da chapa Dilma/Temer? CRUÉIS???

 

  • Valerá a pena um desgaste a mais para fatiá-la? Como se fez no impeachment? Cadê o Levandowsky?  ELE TEM O KNOW HOW!

 

  • Reforma é conserto, remendo, recauchutagem, tapa-buracos. UMA BAITA PERDA DE TEMPO!!!

 

  • Somos, sim, analfabetos políticos. Pior: somos todos reles corruptos políticos (com pouquíssimas exceções). VENDEMOS NOSSOS VOTOS NAS HORAS MAIS CRUCIAIS …!!!

 

  • Prisão domiciliar para ela, em favor dos filhos, que não podem sofrer indiretamente os efeitos da pena.  TODAVIA, HÁ MAIS 27.000 … !

 

  • “Justiça” é tratar desigualmente os desiguais. Aqui no Brasil e deixando a hipocrisia de lado, é para os três (3) “pês” (ppp): POBRES, PRETOS E PUTAS … !

Curtas e grossas:

 

  • Pensei bastante e cheguei à conclusão de que não será muito difícil dar um jeito definitivo nessa bagunça em que se encontra a segurança pública. Bastará retirar os bandidos das cadeias e pô-los nas ruas; depois, remover os cidadãos ordeiros das ruas e trancafiá-los nas cadeias. Uma solução um tanto parecida (e já testada …) com a engendrada pelo médico (alienista) Simão Bacamarte no famoso ensaio machadiano sobre a psiquiatria desvairada em “O Alienista”. LEIAM-NO … !!!

 

  • Marcelo Odebrecht (sem literalidade) disse o seguinte: -“todos os políticos brasileiros, sem exceção alguma, valeram-se do Caixa 2 e foram eleitos com base nele; ou diretamente (recebendo eles mesmos o dinheiro), ou indiretamente (através dos seus partidos políticos). O Caixa 2 não deveria ser considerado crime comum, mas ser julgado pela Justiça Eleitoral (como crime eleitoral). Caso contrário, melhor que se jogue uma bomba no Congresso Nacional” (e que se acabe com todos eles, os políticos). Mais ou menos assim. ESTÁ MENTINDO … ???

 

  • Já o Ministro Gilmar Mendes – STF (em mais uma das suas costumeiras verborragias ou disenterias verbais, conforme disse o Procurador-Geral de Justiça, Rodrigo Janot, vem paulatinamente construindo a tese de que o Caixa 2 é “apenas” um crime (ou deslize) eleitoral, quando não vier acompanhado de corrupção ou vantagem pessoal ilícita. Em suma, um novo nome para o famoso jeitinho brasileiro, objetivando livrar a cara dessa gente corrupta, corrompida e corruptora, pois Caixa 2, isoladamente ou não, é e será sempre um crime contra a ordem jurídica existente, seja ou não desacompanhado de outros ilícitos. POR SI SÓ, O CAIXA 2 É CRIME, SIM, SENHOR MINISTRO !!!

 

  • Carnaval, retrato da alma brasileira:  (III)

 

Essa tradição (o Carnaval) se espraiou pelo mundo. Aqui, o Carnaval tem um caráter radicalmente catártico. A alegria da festa mistura-se com a ironia, com a crítica social e política, com a memória histórica não aprendida nas escolas, num grande desabafo coletivo. Das escolas de samba do Rio, passando pelos blocos espontâneos de rua e pelas marchinhas irreverentes, até os bonecos de Olinda e os abadás de Salvador, a alma do povo brasileiro transborda nas ruas e avenidas, anunciando uma utopia possível: um Brasil feliz e democrático, sem preconceitos e intolerâncias.

 

 

DJ: O TEMPO – Belo Horizonte, 27.02.2017, pág. 11 – Marcus Pestana (Deputado Federal).

 

Catártico (relativo à catarse): catarse é um termo de origem filosófica com o significado de limpeza ou purificação pessoal. O termo provém do grego kátharsis e é designado para o estado de libertação psíquica que o ser humano vivencia quando consegue superar algum trauma como medo, opressão ou outra perturbação psíquica.

 

Enfim, senhores políticos (inclusive os locais), sejam minimamente inteligentes e mesmo prudentes em favor de sua própria segurança. O Carnaval, de fato e de direito, concretiza aquele antigo procedimento adotado no Império Romano: panem et circensis (pão e circo para o povo), constituindo-se ainda em uma autêntica válvula de escape da panela de pressão social, política e econômica em que se transformou perigosamente o nosso País (lamentavelmente). AO MENOS, SERVE PARA RETARDAR A EXPLOSÃO INEVITÁVEL, QUE VIRÁ UM  DIA!!!

 

 

Perdas? Não. Viagem antecipada …

 

                        “Aquele que morre na flor da idade não é vítima da fatalidade. É que                              Deus julga que não lhe é útil passar maior tempo na terra.”

 

                        (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. 5, Item 21)

 

Falar ao irmão que sofre a dor da perda de um ente querido, em momento de desequilíbrio, representa utopia. Transmitir o magnetismo reconfortante pela prece fervorosa é o remédio mais eficaz na hora do testemunho.

 

Somente os corações enlutados pela intensidade da dor da separação do ser que lhe serviu de arrimo ou alegria na vida poderão retratar o vácuo que precipita a alma no despenhadeiro do sofrimento.

 

É para eles a mensagem consoladora do Mestre Amado. Ela traz o bálsamo da esperança e o direcionamento para se sentirem atuantes na Terra, coordenarem a vida e tornarem-se úteis novamente aos corações aflitos que os rodeiam.

 

Feliz o homem cuja convicção espírita cristã lhe norteia a existência. Para ele, o testemunho também chega, mas o desespero não o consome. O conhecimento das leis justas e sábias do Criador concede-lhe a resignação necessária, evitando o desequilíbrio. Compreende o planejamento do tempo de vida próprio, sujeito ainda às imposições do livre-arbítrio, que comanda a liberdade de escolha.

 

Ele aceita, sem revolta, o retorno prematuro do ente amado ao mundo espiritual, entendendo que as lições sábias da natureza se encerram para aquele que não tem mais a necessidade de assimilá-las.

 

Sente o convite para a meditação dos grandes porquês da vida e descobre

que os interesses passageiros e materiais, antes colocados em primeiro plano, passarão para o último lugar.

 

Uma busca e uma insatisfação constantes comandam os ideais da criatura testada pela providência divina. Mas quando ela encontra a orientação bem direcionada num templo espírita cristão e a força magnética nos recursos da fluidoterapia, novo alento envolve a sua alma. A confiança a reergue, pois sabe que Deus lhe trará respostas às suas indagações.

 

A perda de entes queridos e as mortes prematuras parecem ter significados diferentes; uma separação momentânea, uma mudança apenas para outra esfera onde, segundo o apóstolo Paulo, o espírito se revestirá do corpo espiritual que “vem depois” (Coríntios, 15 : 46).

 

FONTE:        Evangelho no Lar (para crianças de 8 a 80 anos) –   Do Espírito Meimei                           (Psicografado pela Médium   Miltes Carvalho Bonna) – Petit Editora –                             Cap. 34, págs. 100/102.

*         Rogério Fernal

Juiz de Direito aposentado. Ex-Professor Universitário de Direito, Advogado militante, Mestre Maçom, conferencista e articulista.

e-mail: rogerio_fernal@hotmail.com

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