Segunda-feira, 14 de Outubro de 2019
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Direito e Justiça

qui, 9 de março de 2017 05:37

Abertura-direito-e-justica

Pinga-fogo:

  • Então, como é que ficam os cachorros e os gatos desamparados, largados ou vadios? Afinal, eles não votaram, mas elegeram um edil …

 

  • E, as 1.544 árvores? Quando começarão a ser plantadas? O tempo urge.

 

  • Média de 60 (sessenta) requerimentos por semana. Ridículo! Haja paciência! Também ninguém os lê e ninguém os atende (na sua esmagadora maioria).

 

  • Assistir as sessões? Quem dá contas?  Falam mal, brigam, injuriam-se, são demagogos de carteirinha (com honrosas exceções).

 

  • Ganham (muito) mais do que merecem. Cidadãos probos e muito mais capacitados aceitariam exercer gratuitamente aqueles mandatos em prol de Araguari. Fizeram da política profissão. Vergonha!

 

  • Alguns deles estão acreditando que são Poder Executivo. Deveriam ter-se candidatado a Prefeito ou assumir posto de Secretário Municipal. Invadem a bel prazer repartições públicas, paralisam serviços públicos e, depois, têm a cara-de-pau de chamar essas atitudes ilegais e incivis de “visitas”.  Invasão é invasão e visita é visita.

 

  • Pelo pouco que sei, atos concretos de usurpação de função pública e de constrangimento ilegal (para dizer o menos) constituem, sim, crimes em tese e de ação penal pública incondicionada, desafiando e motivando iniciativas de ofício, prontas e drásticas, do Ministério Público.

 

  •  E, se necessário, o que está demorando, que venham também representações criminais da Administração Pública Municipal, a fim de prevenir ou impedir que seus serviços públicos possam ser paralisados ou impedidos por desavisados, ignorantes ou néscios do Direito.

 

  •  Se nada for feito, a tempo e forma, essa dupla de paladinos, esses “dois mosqueteiros”, irão tomar gosto pela coisa e serão useiros e vezeiros em bisbilhotar e visitar o que bem lhes aprouver, constrangendo e invadindo, bagunçando de vez o serviço público municipal, perturbando e paralisando atividades do poder público, até mesmo as essenciais e as de caráter urgente.
  • Que o Presidente assuma de uma vez por todas — abandonando a demagogia de uma administração compartilhada — o seu cargo de superior direção, de fato e de direito, exercendo para valer as suas prerrogativas e competências funcionais e institucionais, investindo-se de sua autoridade, a fim de que edis tresloucados ou afoitos não ponham em xeque-mate a pouca credibilidade restante do Poder Legislativo local (ou nenhuma, para dizer mais).

 

  • Entretanto e entre tantos (sim, isto se chama trocadilho) parabenizo a combativa Vereadora Virgínia Alcântara. Ela saiu-se bem nas vezes em que pôde assumir o mandato nos afastamentos do Vereador Cezinha, e agora volta a pontificar. Parabéns pela sua luta em prol dos espaços culturais de Araguari, especialmente a Biblioteca Pública Municipal Dr. Paulo de Oliveira. Conte comigo, Vereadora !!!

Curtas e grossas:

 

  • Carnaval, retrato da alma brasileira:  (1)

 

Nada talvez traduza a alma do povo brasileiro do que o Carnaval. A alegria atávica, a diversidade cultural, o sincretismo religioso invadindo a festa pagã, a criatividade sem limites, a convivência plural de raças, idades e classes sociais, explodem nas ruas, praças e avenidas.

 

Creio não haver país mais musical do que o Brasil em todo o mundo. Nossa multiplicidade de ritmos e estilos é inigualável. Qual é o país na face da Terra que produziu uma constelação de escolas presentes no samba, no choro, no frevo, no maracatu, na bossa nova, no axé, na MPB, na congada, no sertanejo?

 

DJ: O TEMPO – Belo Horizonte, 27.02.2017, pág. 11 – Marcus Pestana (Deputado Federal).

 

Então — se é assim – onde está, ou onde ficou, a alma de Araguari? A cidade, moribunda e vazia nos dias normais, a cidade que “tinha isso”, que “tinha aquilo” morreu de vez nos dias próprios para o Carnaval.. Nada se via e nada se mexia nas ruas, praças e avenidas. Poder-se-ia andar pelado e nada aconteceria. Que tristeza! Tanto quanto denuncio a omissão injustificável do Poder Público Municipal, faço-o também com relação à iniciativa particular (pessoas jurídicas e privadas) bem como responsáveis pelas agremiações momescas. Se querem salvar o comércio, se querem atrair turistas e forasteiros que gastem aqui, se querem que pareçamos, de fato, uma cidade autônoma, mexam-se e tirem os traseiros de suas confortáveis cadeiras. Passem, por exemplo, a copiar Belo Horizonte (no que tiver havido de bom) onde se resgatou o Carnaval, e a cidade lucrou com milhões de pessoas, lotando hotéis, bares  barzinhos, logradouros públicos. ENFIM, DEU LUCRO A TODOS! TODAVIA, POR AQUI A INCOMPETÊNCIA É DEMAIS … !!!

 

Ainda sobre o Carnaval em Belo Horizonte, não posso deixar de registrar a magistral atuação da Polícia Militar, que fiscalizou, preveniu e reprimiu, atuando de pronto, onde e quando se fazia necessário. A Polícia Militar de Minas Gerais confirmou, uma vez mais, a excelência dos seus quadros e o dinamismo do seu planejamento operacional em face das multidões que acorreram para a capital mineira. Em Araguari, tenho certeza plena, não teria sido diferente, se a Faec não tivesse sido manietada e impedida de cumprir com suas finalidades institucionais. MAS, IMPEROU A IGNORÂNCIA CULTURAL … !!!

 

  • EDUARDO COUTURE:

 

“Ter dever é lutar pelo Direito, mas, se um dia, encontrares o Direito em conflito com a Justiça, luta pela Justiça!”

 

 

  • MARK TWAIN:

 

“Nunca discuta com um ignorante. Ele te rebaixará até o nível dele e vencerá por experiência.”

 

  • Não te sintas mal, quando as pessoas te procurarem apenas quando precisam. Ao invés, considera-te privilegiado por ser a luz e o arrimo que vem à mente deles, seja nos momentos de escuridão, seja  nas ocasiões de aflição, respectivamente.

 

  • OUTRAS FRASES:

 

 

O que foi dito quando bêbado, foi pensado quando sóbrio.

 

Tudo está dentro do nosso DNA; porém, o espírito humano não se contém em nenhum dos genes.

 

O Brasil de hoje é uma autêntica Ilha da Fantasia, mas de baixo nível e da pior espécie, recheada de desejos escusos e inconfessáveis. Cadê o Tatoo?

 

Império Romano: “divide e impera.” Políticos araguarinos: “divide e bagunça.”

 

 

Reflexões do Juiz Sérgio Moro:

WhatsApp – sem fonte confiável ou prova de autenticidade):

 

  • Quando se tem oportunidade de furtar R$ 0,50, tirando fotocópia pessoal na máquina Xerox do trabalho, não se perde a oportunidade.

 

  • Quando se tem oportunidade de furtar R$ 5,00, levando para casa a caneta da empresa não se perde a oportunidade.

 

  • Quando se tem oportunidade de furtar R$ 25,00, pegando uma nota mais alta, na hora do almoço, para a empresa reembolsar, não se perde a oportunidade.

 

  • Quando se tem oportunidade de furtar R$ 30,00, comprando um DVD pirata, prejudicando um artista, não se perde a oportunidade.

 

  • Quando se tem oportunidade de furtar R$ 250,00, comprando uma antena desbloqueada que pega o sinal de satélite de todas as TVs a cabo, não se perde a oportunidade.

 

  • Quando se tem oportunidade de furtar R$ 469,99 do Microsoft, baixando um Windows  crakeado, num site ilegal, não se perde a oportunidade.

 

  • Quando se tem oportunidade de furtar R$ 2.000,00, escondendo um defeito do seu carro na hora de vendê-lo, enganando o comprador, não se perde a oportunidade.

 

  • Muitos não perdem nenhuma oportunidade: devolvem a carteira, mas furtam o dinheiro, sonegam imposto de renda, dão endereço falso para adquirir benefícios a que não têm direito etc. etc.

 

  • Bem, se você trabalhasse no Governo e caísse no seu colo a oportunidade de furtar R$ 1.000.000,00, com certeza, se você não perde nenhuma oportunidade, iria aproveitar mais essa oportunidade.

 

  • Tudo é uma questão de acesso e oportunidade. O povo brasileiro precisa entender que o problema do Brasil não é só a meia dúzia de políticos no poder lá em cima, pois eles são apenas o reflexo dos quase 210 milhões de oportunistas aqui embaixo.

 

  • Os políticos de hoje foram ontem oportunistas, e, se não mudarmos a estrutura de valores de nossa sociedade, e, se não tivermos a Ética e a Moral como pilares do nosso comportamento, nunca seremos um povo realmente honesto e justo.

 

 

SÉRGIO MORO (SIC)

 

*         Rogério Fernal

Juiz de Direito aposentado. Ex-Professor Universitário de Direito, Advogado militante, Mestre Maçom, conferencista e articulista.

e-mail: rogerio_fernal@hotmail.com

 

2 Comentários

  1. Garliene Paiva disse:

    Dr. Rogério Fernal, fui tantas vezes na casa do povo manifestar nestes últimos anos, e de graça
    sem pretensões politicas, gostaria muito que os milhões liberados fossem de fato para o destino certo, mas pelo jeito foram omissos.. Não bajulo nenhum politico, sabe Deus quem ele está pisando para manter-se no poder, quem sabe seria mais sensato construir em outro local a Faec, pois ambos sabemos a riqueza estão nas prateleiras daquele local, com novo local, já seria interessante a construção acessibilidade e informatizar a biblioteca publica.. Tenho Uma filha e filho ingressados na faculdade federa, em especial, minha filha passava as tardes estudando na biblioteca, e se deu o luxo de passar duas vezes na UFU, tipo não gostei do curso que estou, vou prestar de novo, e assim hoje amando a faculdade. Gostaria que muitos pais e mães nos ajudassem a valorizar aquele espaço, e se possível como disse acima “construir” e não reformar, pois já temos históricos de gastos exorbitantes em reformas, que só deu prejuízo para o município. Amo minha cidade, gostaria muito ver ela desenvolver e girar economia em todos os setores..Mas a politica local suja e nojenta, egoísta, mesquinha não suporta ver o povo feliz.. quanto pior melhor..Sou leitora assídua da sua coluna..Abraços..

  2. Eliane disse:

    Eu acho que esse hábito da leitura tem que vir de berço.
    Se você começar a ler histórias para seu filho desde pequenino e comprar livros infantis, ele irá crescer gostando da leitura. As famílias não tem mais aquele hábito de contar histórias. A Escola faz este serviço, mas quando entram aos 6 anos já estão cheios de vícios e o conto tem que ser muito pequeno pois não tem muita paciência. Eu acho que a tecnologia tem que deixar pra mais tarde, como colocar celular nas mãos das crianças, tem menininho de dois três anos que não desgrudam dos aparelhos.

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