Sexta-feira, 19 de Julho de 2019
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Direito e Justiça

qui, 27 de outubro de 2016 05:18

Abertura-direito-e-justica

CURTAS E GROSSAS:

VERGONHA !!! VERGONHA !!! VERGONHA !!!

(VALORES APROVADOS PARA O QUADRIÊNIO 2017/2020)

 

  • Prefeito:                  R$22.000,00     (vinte e dois mil reais);
  • Vice-Prefeito:          R$14.000,00     (quatorze mil reais);
  • Secretário:                      R$11.000,00     (onze mil reais);
  • Vereador:                R$12.000,00     (doze mil reais).

 

        DETALHES ESCABROSOS:

 

  • Sessão da Câmara Municipal realizada em 27.09.2016 (terça-feira).

 

  • Sanção do Prefeito no dia 30.09.2016 (sexta-feira – Correio Oficial).

 

  • Antevéspera das eleições municipais (02.10.2016 – Domingo).

 

  • Inclusão deliberada, imprevista, ilegal, silenciosa e covarde na pauta.

 

  • Ação legislativa sub-reptícia, dissimulada, hipócrita, infame e de rapina.

 

  • Todos eles, Vereadores e Prefeito, apunhalaram-nos pelas costas.

 

  • O repasse mensal do Poder Executivo para o Poder Legislativo (6% da arrecadação municipal) tem sido de R$600.000,00 até R$900.000,00, em média. Sobra (ou deveria sobrar) pelo menos a metade desse valor, cuja destinação ninguém sabe qual é, porque não se prestam contas, ou, se as prestam, não são conhecidas, confiáveis e checadas. UM ABUSO !!!

 

  • POVO DE ARAGUARI:  vamos às ruas … !!!  Já … !!!

 

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Grupos políticos majoritários:

 

            GRUPO 1:     Integrantes incompatíveis. Confusão à vista; vaidades galopantes.

GRUPO 2:     Integrantes desconformes. Grupos antagônicos e inconfiáveis.

            GRUPO 3:     Integrantes incansáveis. Trabalho e ética. Não receberão valor.

GRUPO 4:     Integrantes irremediáveis. Os fatos presentes já os suplantaram

GRUPO 5:     Integrantes recorrentes. Somente marcarão a sua presença.

 

DJ:      Identifique-os; a  DJ comentará a participação de cada um deles (opinião pessoal).

Foram vistos os Grupos 1 e 2. Hoje, é a vez do Grupo 3.

 

            Aspectos fáticos e políticos referentes ao Grupo 3:

 

  1. Falavam em 100 mil. Baixaram para 12 mil. Nem para representante de bairro …

 

  1. “Tesoura de Aço”: em 1992 (para 1993/1996), “ele” usou um caixote e o gogó.

 

  1. E, ganhou … !!! Todavia, hoje, os tempos são outros. É preciso ter milhões …

 

  1. Sim, tiveram muito trabalho e muita ética. Andaram demais. Talvez em 2100.

 

  1. Teriam mais chance e utilidade como Vereadores. Um deles, provou ser ótimo …

 

  1. Perspectivas futuras?  Talvez … Porém, uma eleição nunca é igual a outra.

 

  1. Queimaram-se? Creio que ainda não. Afinal, houve a costumeira bipolarização.

 

  1. Disputar por disputar é bonito somente no falar. Na prática mesmo, não dá …!!!

 

  1. Meia Araguari (se não mais) reafirmou o seu analfabetismo político. Normal …!

 

  1. Não o digo pelas abstenções e anulações, mas pela venda descarada de votos.

 

 

 

                        Corrupção, corruptores e corrompidos

                           — Ou “os males deste mundo” —

            (Publicado originariamente na Revista Evidência)

 

            Na origem de tudo, havia o Caos, uma matéria completamente crua, amorfa, indiferenciada, indefinível, indescritível e que existia desde toda a eternidade e que era  –  ou seria  — o princípio de todas as coisas. É impossível  –  ao menos até o momento  –  saber o que havia antes, como também acontece referentemente ao Universo do que consideramos ser o mundo real das nossas existências, em que os físicos, os teólogos e os teóricos não se arriscam a dizer o que havia antes do Big Bang, a Grande Explosão Primordial.

Mitologia ou fantasia? Ciência ou religião? Utopia ou realidade? Relevância ou irrelevância? Enfim, o que nos interessa de fato saber, compreender ou aceitar esses e outros conhecimentos, suposições, conceitos ou preceitos transcendentais e inacessíveis aos nossos incompletos mecanismos cerebrais ou esotéricos, ao menos aos que nos permeiam, por aqui, cerceados pelos inarredáveis limites de matéria, de espaço, de tempo ou até de desconhecidas dimensões?

De que nos adiantaria debruçar sobre essas coisas, se tivermos que abandonar tudo de nós mesmos e deixar de ser o que somos, de fato e de direito? Ou seja, pura e simplesmente seres humanos, criados mortais, portadores de corpo, alma e espírito, condutores temporários de vidas frágeis, de neuroses dolorosas e persistentes, mas donos de um porvir, desde que creiamos ferrenhamente em algo maior, superior, em uma suprema inteligência, a que muitos denominam DEUS? Enfim, que não sejamos estúpida, pura e inteiramente materialistas, cúpidos por bens e riquezas terrenas, intransportáveis a outros planos e que, por vezes, não é nossa e que fazem muita falta ao nosso irmão?

Se a corrupção existe, e ainda existe com tremenda força, com certeza, cabe e caberá aos bons evitá-la e quiçá extirpá-la um dia da face da Terra.  Doutra parte, se o  corruptor é tão ou mais culpado do que o corrompido, não o sei dizer, visto que  não pude, ou não quis até agora, experimentar um dos lados dessa “moeda”.  Mérito? Nenhum. Pura e simples obrigação de qualquer ser humano decente!!!

Todos nós sabemos também a situação em que o nosso Brasil se acha. Já ou quase a chegar ao fundo de um profundo poço de lama imunda,  suja, asquerosa, malcheirosa, pegajosa, aderente e perniciosa, gosma que macula essa ainda maravilhosa e promissora nação, que será capaz de resistir, de soerguer-se e de sobreviver aos tantos crápulas.

Diziam os gregos, mitologicamente, que Pandora recebeu dos deuses, há longas eras, uma caixa repleta de dádivas, dons, presentes ou castigos. Nem ela mesma conhecia seu conteúdo.  Sabia somente que não deveria abri-la. Mas, um dia, a curiosidade foi maior. A moça incauta  escancarou a caixa, e todos os males (pois era o que a caixa continha) espalharam-se pelo mundo inteiro: doença, maldade, inveja, orgulho, soberba, ira, dor, cobiça, enfim …

Pandora, porém, conseguiu reter consigo a esperança.

Mitologia de lado, temos conosco concretamente e ressoando muito forte até os nossos dias, a doutrina maravilhosa de Jesus, o Cristo, filho dileto de Deus, de amor, de caridade, de paz  e de perdão incondicionais. Disse ele (sem textualidade) que “vós sereis reconhecidos como meus discípulos, se vos amardes uns aos outros assim como eu vos tenho amado; o verdadeiro amigo é aquele que dá a vida pelo seu amigo”, e ele no-la deu, de fato,  e “o seu jugo é suave e o seu fardo é leve.”

Ao lado do mandamento maior, que sempre foi o de “amar a Deus sobre todas as coisas”, Jesus, sem destruir a Lei antiga, mas aperfeiçoando-a, acrescentou outro tão importante quanto aquele, qual seja o de “fazer ao nosso próximo tudo aquilo que gostaríamos que ele (o nosso próximo) fizesse por nós”.

Ensinou-nos a orar frutiferamente, a buscar sempre o auxílio e o consolo em nosso Pai Celestial, recomendando enfaticamente que praticássemos o amor puro e pleno, que fizéssemos caridade útil e discreta, que concedêssemos perdão irrestrito e incontável, que pregássemos a paz universal e permanente.

Na caixa mitológica de Pandora, restou presa tão somente a esperança, que passaria a ser distribuída à humanidade com extrema parcimônia e aos que dela necessitassem ou que a merecessem.

Na vida irretocável e na divina Doutrina de Jesus, existem milhares de conselhos e de atitudes, pontos maravilhosos, concretos e acessíveis a quem os quiser possuir ou praticar,  que nos podem levar à evolução em todos os sentidos e aspectos, inclusive nas políticas governamental e partidária rasteiras, abjetas, corruptoras e corrompidas, que presentemente vivenciamos neste país  — com pouquíssimas exceções  –, como se o mundo fosse terminar amanhã ou nada mais houvesse além.

No Caos, ao menos, inexistiam o bem e o mal. Agora, há que se fazer a escolha. A todos, é bom lembrar, por fim e por bom senso, as palavras do Mestre dos Mestres: “buscai em primeiro lugar as coisas de Deus e a sua Justiça, e todas as demais coisas ser-vos-ão acrescentadas”.

Autor:           Rogério Fernal  .`.

*         Rogério Fernal

Juiz de Direito aposentado. Ex-Professor Universitário de Direito, Advogado militante, Mestre Maçom, conferencista e articulista.

e-mail: rogerio_fernal@hotmail.com

 

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