Sábado, 24 de Agosto de 2019
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Direito e Justiça

qui, 11 de fevereiro de 2016 08:37

Abertura-direito-e-justica

CURTAS E GROSSAS:

Pau na moleira

  • Ele veio para assumir a Secretaria A; deram-lhe a Secretaria B. Não é por nada, não: fosse eu, pegaria as minhas trouxas e voltaria pelo mesmo caminho … CHEGA A SER DESMORALIZANTE ESSE JOGO DE EMPURRA-EMPURRA!!!

 

  • Praça da Matriz! Revitalizada em quê? Só se for em um gramado, em um campinho, em um pastinho…!!! QUE COISA RIDÍCULA…!!!

 

  • Cidade atípica em tudo!!! Colunistas e radialistas falastrões, futriqueiros, fofoqueiros e xeretas. Fabricam impunemente factóides e até parece que a cidade   se compraz em viver disso. Quanto a mim, o meu nome não é pinico; deixem-no de fora dessas intrigas, trapaças, rasteiras e traições. AFINAL DE CONTAS, EU NÃO DOU LUCRO…!!!

 

  • Partidos políticos brasileiros, que lástima!!!  Parece-me que são 33…, até agora há pouco. Sem lideranças (dignas do nome), sem fidelidade, sinceridade, lealdade, idealismo, civismo, patriotismo, projetos sólidos, sérios e direcionados para o bem comum, locais adequados para o aluguel de legendas e o abrigo de políticos pusilânimes… (para não dizer mais). ENFIM, PASSAR OU PULAR DE UM PARA OUTRO?  PARA QUÊ… ?

 

  • Ninguém é obrigado a prometer ou a jurar. Se o fizer, todavia, deve cumprir as promessas ou os juramentos. Basta o acachapante ESTELIONATO ELEITORAL havido na esfera federal que envergonha o Brasil cujos desdobramentos ainda se desenrolam. Tenho em mãos o caderno eleitoral, contendo as 59 (mirabolantes) promessas de campanha feitas pelo Prefeito em 2008 e que, em grande parte, entusiasmaram a população e o levaram à vitória apertada, mas vitória legítima. SUAS MANCHETES SERÃO ESTAMPADAS AQUI  MESMO, NA PRÓXIMA COLUNA DJ.

 

 

                  O POVO É IGUAL AO POVO

 

(Lenda Oriental)

 

Um dia um viajante, ao passar por uma campina, encontrou um Derviche (sábio filósofo entre os muçulmanos) acomodado à sombra de uma árvore, perto de uma vertente d’água. Chegando-se a ele, começou a dialogar, enquanto os seus animais descansavam, por momentos da fatigante jornada. Após, perguntou:

 

- Poderá, ó bom homem, dar-me algum esclarecimento sobre os habitantes daquela cidade florescente, que em nossa frente se estende? Qual é a sua índole e qual o grau da sua moralidade?

 

Respondeu o Derviche:

 

- Que impressão conservais do povo de onde vos retirastes?

 

Disse o viajante:

 

- É gente má e presunçosa. Sua maldade é maior que a sua utilidade.

 

- Retorquiu o Derviche:

 

- Também os habitantes desta cidade são iguais a esse povo de onde viestes.

 

- Despediu-se o viajante, seguindo o caminho.

 

 

Ao fim da tarde, outro viajante apareceu, conduzindo o seu cavalo. Chegou onde estava o Derviche, sentado, absorto nas suas meditações.

 

Dirigindo-se a ele, cumprimentou-o e lhe disse:

- Podereis, ó bom homem, informar-me algo sobre o caráter dos habitantes daquela cidade que, à nossa frente, mostra os seus lindos edifícios e monumentos? Que espécie de povo é aquele?

 

Refletiu um momento o ancião e depois respondeu:

 

- Que consideração tendes vós pelo povo do qual vos ausentastes, e qual é o seu caráter?

 

Disse o viajante:

 

- É gente bondosa, heroica e resoluta, sensata e inofensiva.

 

Retorquiu o sábio Derviche:

 

- Também os habitantes desta cidade possuem o mesmo caráter e predicados.

 

O povo é igual ao povo. E é como cada um o considera.

 

                        FONTE:        Malba Tahan.

 

                    DJ:

1.                Também, aqui, o povo é igual ao povo.

2.                Bom ou mau; trabalhador, ou ocioso; honesto ou desonesto…

3.                E, por que deveria ser diferente?

4.               Mas, você parou alguma vez para pensar sobre isso?

5.                É claro que não! Você não tem tempo e muito menos vontade….!!!

1 Comentário

  1. Alexsane disse:

    Sábias as palavras do valoroso Ir.:! Há tempos não lia algo tão interessante nesse importante periódico araguarino!

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