Sábado, 24 de Agosto de 2019
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DIREITO E JUSTIÇA

qui, 13 de agosto de 2015 08:43

CURTAS E GROSSAS

Uma homenagem pessoal:

Hoje, quero prestar uma merecidíssima e já inadiável homenagem pessoal ao grande amigo e sobrinho, Professor Pedro Chagas Filho.

Quem não o conhece? Todos o conhecem, com certeza e gostam dele à primeira vista, ao primeiro contato. Extrovertido, falante, exuberante em gestos e efusivo na demonstração de amizade, fiel aos amigos, boníssimo, útil e participativo na vida familiar, profissional, comunitária e social. Um ser humano inteiramente excepcional.

Além disso tudo que é, o Pedro Chagas é eclético, e dos bons, assemelhando-se, a um Da Vinci: filósofo, professor de inglês, cineasta, produtor, diretor, cinegrafista, editor, divulgador, escritor, articulista, palestrante e orador espírita…., faltando ainda, com quase certeza, que eu descubra algumas outras suas atividades….,talvez músico, compositor, radialista, pedagogo…!!!

Pedro, preclaro e dileto amigo, quero agradecer-lhe especialmente por tudo quanto você fez e continua a fazer pelo meu filho Rodrigo Cardoso Fernal, em vida física e também agora, já no mundo espiritual, onde novas e edificantes missões se iniciam para ele, assistido que está por Espíritos benfazejos e dedicados à causa universal do bem, assim como determinou o Criador e proclama a nossa consoladora doutrina comum.

Agradeço-lhe, enfim, pela amizade, respeito, carinho, presença, atenção e incentivo que sempre soube e quis dedicar a ele…, muito ao contrário de uns tantos malévolos e intolerantes, que até o maltrataram e prejudicaram…, tão somente por ele ter sido diferente, quase especial, mas, sem dúvida alguma e por inveja, ter sido, muito do que eles mesmos são, mas também muito mais adiantado a esse nosso tempo imediatista, materialista e decadente, embora cheio de tecnologias, empáfias e soberbas… !!!

Aquele texto — você sabe — consegui ler no dia 10.08.2015. Valeu!!!

 

 

          O GIGANTE DEITADO

 

  • Pedro Chagas Filho

 

 

(Um resumo da história de Jerônimo Mendonça)

         Tive o privilégio de ser amigo de Jerônimo, o personagem principal desta história real.

 

Jerônimo Mendonça nasceu em Ituiutaba em 1939 e morreu em 1989. Viveu 50 anos, 30 dos quais numa cama ortopédica, completamente imobilizado e cego, tendo unicamente a voz como instrumento de comunicação; mesmo assim, fez um trabalho muito nobre com a ajuda de seus colaboradores, que o carregavam.

 

Foi um grande orador espírita, fazendo palestras por muitos pontos do Brasil. Fundou creche e divulgou a obra espírita cristã. Escreveu livros muito educativos, e seus mestres sempre foram o Cristo, Allan Kardec e Chico Xavier.

 

Quando garoto, gostava de jogar bola com a garotada vizinha, sentindo o reumatismo nas articulações. Uma ocasião, sua irmã o manda prender porque ele era muito levado e chegava muito tarde em casa.

 

Chegou a entrar para a Igreja Presbiteriana, o que lhe foi de grande valia, pois lá encontrou Jesus e o reconheceu como Mestre, chegando até a ser batizado nas águas.

 

Quando jovem trabalhou como entregador de jornais, balconista de armazém, redator-chefe de Revista e Professor numa fazenda.

 

A dúvida no Protestantismo o leva para a Doutrina Espírita, onde ele se aprofunda em conhecimentos, tornando-se um orador famoso e já usando muletas.

 

Conhece, no Centro Espírita Leone, uma jovem espírita de ideal cristão por quem sente um amor muito forte, mas que, infelizmente, com o agravamento da sua doença o impossibilitou de ter uma namorada e de se casar enquanto jovem.

 

Assim, dedicou-se inteiramente à caridade e conhecia a Lei de Causa e Efeito (que significa: se fizemos o bem na vida passada, temos o bem nesta vida; por outro lado, se fizemos o mal, teremos que resgatar na existência atual).

 

Era muito amigo do médium Chico Xavier, de Uberaba, e em uma de suas visitas, Chico lhe fala: “Você vai perder todos os movimentos do corpo, vai ficar cego; e cuidado com a voz, se você fizer mal uso dela, vai perdê-la também”.

 

Com o passar do tempo, Jerônimo foi para uma cadeira de rodas, nunca tendo parado de trabalhar para o bem, seja com suas palestras, seja com a caridade, confortando os sofredores em muitos lugares.

 

Jerônimo morreu em 1989, deixando um trabalho gigantesco, que uma pessoa normal, com saúde e bons olhos, não conseguiria fazer.

 

         Jerônimo pagou sua dívida dos crimes terríveis que cometeu em vidas passadas, onde ele havia sido o Príncipe Horenzebe, no antigo Egito, quando fazia festas em seu castelo e, com flores rubras, drogava muitos jovens e os assassinava.

 

Em outra reencarnação, veio como Rei Cambises em época de 530 a 522 a.C, onde havia sido o Rei da Pérsia (hoje Irã), em que continuava com sentimento de vingança, com reinado de 7 anos, quando se deu mal com a própria loucura, tendo inclusive provocado nele mesmo uma gangrena na perna.

 

Em outra reencarnação, veio como o Máscara de Ferro (que fora amante da Condessa de Orlemunde (uma cidade alemã).

 

Em outra reencarnação veio como o Luiz II, da Baviera, (Alemanha – 1845/1886). Nessa existência, viveu somente 41 anos. Entregou-se a preguiça, mesmo tendo seus guias o inspirado para trabalhar para o povo. Ele e Wagner (grande compositor alemão) entregaram-se a orgias e devassidão. Por fim, mata seu médico Amenófis e morre afogado num lago.

 

Em 1939, reencarna no Brasil, na cidade mineira de Ituiutaba, o nosso querido Jerônimo,  que havia sido todas essas personalidades e que voltou na condição de um paralítico total, cego, onde se casou com uma cama ortopédica, com a dor e com o Evangelho de Jesus, para pagar tantos crimes de vidas passadas!

 

Hoje, o nosso querido amigo encontra-se na vida espiritual, numa Colônia Móvel, em ajuda aos desencarnados que lá chegam. Ele é agora o GIGANTE EM PÉ.

 

Ele continua — além da morte — fazendo caridade, agora com o corpo espiritual saudável, porque a morte é a vida fora do corpo.

  • Livros de pesquisa:

 

1) Jerônimo Mendonça, sua vida e sua obra       (de Maria Gertrudes Coelho Maluf) e 2) Romance de uma Rainha     (de Rochester).

 

  • Texto publicado no excelente JORNAL AMORIM, Edição, 57, Ano 6, Agosto/2015, Pág. 02.

 

1 Comentário

  1. Antonio Justino de Souza disse:

    Para mim na ultima vida foi um segundo Jesus Cristo,na opinião da minha esposa Venice.,que assistiu palestras dele.

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