Terça-feira, 07 de Abril de 2020
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Direito e Justiça

qui, 27 de fevereiro de 2020 05:47

Abertura-direito-e-justica

                                    “Se você somente agora deliberou fazer o bem,

                                    certamente é porque já fez bastante o mal”.

 

Expressões próprias de um vedetismo idiota

  • Reiterando o texto de uma DJ do ano 2003.
  • Tentem adivinhar o autor de cada uma das “pérolas”.
  • Lá como cá, existia e existe um ufanismo ridículo e imotivado.
  • Esse ufanismo em nada auxilia o progresso do nosso Município.
  • Pelo contrário, serve para manter a população alienada e enganada.

 

1º)      Araguari é uma cidade com  mais de 140.000 habitantes …

2º)      A rua Rui Barbosa é um shopping center a céu aberto

3º)      Não acho justo um pré-julgamento antecipado

4º)      Pela primeira vez, passamos a perna em Uberlândia, na questão das hidrelétricas de Capim Branco I e II …

5º)      O povo de Araguari já aprendeu. Em 2006, temos chance de fazer dois deputados Estaduais e um deputado Federal …

6º)      Não vou fazer oposição ao melhor Prefeito que Araguari teve, pois eu sempre estou do lado do povo …

7º )     Não sou candidato a Prefeito, mas coloco-me à disposição do meu Partido; sou um soldado do Partido  …

8º)      Não dou a mínima importância para as rádios AM. O que interessa é rádio FM …

9º)      Araguari não é órfã, Araguari tem paternidade, … como os Prefeitos fulano, beltrano … e o Mãe Preta … (essa é a primeira vez que a mãe vira pai …)

10º)   Sinto-me muito satisfeito por estar aqui, inaugurando o asfalto, sendo recebido na casa do fulano, junto com seus familiares; em menos de três anos, fizemos quase tudo e temos muito mais a fazer. O povo de Araguari está feliz

Comentários atuais da DJ:

Resido em Araguari ininterruptamente desde julho de 1984. Portanto, há mais de 35 anos. Somente por isso, não posso mais ser considerado um “estrangeiro”, um “de fora”, um “arrivista”. Ademais e sem falsa modéstia (porque falsa modéstia leva a lugar nenhum), nesse tempo todo fiz mais por Araguari do que muitos araguarinos natos, incluindo mesmo quem exerceu mandato ou ocupou posto de mando.

Pois bem! Passei por muitos Prefeitos. Ei-los:

 

  • Neiton de Paiva Neves:               (1982 – 1988);
  • Vanderlei Inácio (Mãe Preta):   (1989 – 1992);
  • Miguel Domingos de Oliveira:   (1993 – 1996);
  • Milton de Lima Filho:                   (1997 – 2000);
  • Marcos Antônio Alvim:               (2001 – 2004):
  • Marcos Antônio Alvim:               (2005 – 2008);
  • Marcos Coelho de Carvalho:     (2009 – 2012);
  • Raul José de Belém Miguel:       (2013 – 2016);
  • Marcos Coelho de Carvalho:      (2017 – 2020).

 

Então? Posso estar errado, mas é como penso:

Como de resto todo o nosso país, Araguari também enfrentou e enfrenta as mesmas e tantas vicissitudes decorrentes dos altos e baixos econômicos, sociais, profissionais e políticos, ocasionando-nos atraso e marasmo, falta de empenho e de criatividade, estagnando o progresso na medida em que poderíamos almejá-lo e tê-lo, propiciando-nos anos e até décadas inúteis e de desperdício de esforços e tempo. Uma consequência inevitável dos erros e desacertos crassos. Simples assim. Uma lástima!

Vivenciamos períodos discrepantes e opostos de populismo barato (que nos custou caro); de autoritarismo anacrônico (que podou o surgimento de novas lideranças); de ufanismo tolo (demagógico e enganador); de incompetência atávica (que arrasou e anarquizou a máquina administrativa); de omissão vergonhosa (que destruiu a confiança nos governantes); de inércia criminosa (que nos trouxe, por fim, a este estado de coisas) sendo muito alongado e difícil de reverter. Porém, não é impossível!

Quem viveu e acompanhou de perto e atentamente todo esse período trintenário sabe muito bem o que estou querendo dizer, despossuído da intenção, por ínfima que seja, de denegrir quem quer que possa vir a vestir essa perversa carapuça, motivo por que digo e repito: “posso estar errado, mas é como penso”.

Malgrado isso e para ser justo, houve, sim, períodos mais ou menos curtos de uma ou outra honrosa exceção, em que o gestor da ocasião pontificou, realizou e deixou até saudade verdadeira junto à nossa população. Mas, foram poucos esses momentos, bem poucos para tanto tempo transcorrido e para  tantas coisas relevantes e prioritárias a fazer e que não foram feitas, nem mesmo iniciadas ou concluídas. Porque continuidade político-administrativa, no Brasil e em Araguari, é coisa rara ou inexistente.

No mau gestor tupiniquim, vigoram em geral os seguintes postulados:

- “Se for debaixo da terra, eu não faço”.

- “Se foi ele quem começou, eu não termino”.

-“ Se eu não puder colocar o meu pessoal, deixo como está”.

E, quanto ao Poder Legislativo?  Não me esqueci, não!

Nem me fale. Não ousarei destacar qualquer integrante. Sim, também houve de fato Vereadores muito bons, até excelentes, mas pouquíssimos e que terminaram intimidados e amordaçados pela maioria dominante. De anos para cá, o poder Legislativo local deixou-se levar pela ambição desmesurada e até escandalosa, buscando ganhos e benesses imerecidos e que o desmoralizam irremediável e permanentemente no conceito popular, que só enxerga em nossos pífios representantes “verdadeiros sanguessugas” ou “vampiros” da coisa pública e do erário.

E, afinal de contas, não existe qualquer injustiça nesse desprezo popular, eis que, no seu conjunto, as Legislaturas fracassaram, redondamente porquanto não fiscalizaram devidamente, o que tinham que fiscalizar, não cobraram a contento ações, omissões e contas do poder Executivo, não apuraram corretamente até o final os deslizes e as falcatruas detectadas e, por vezes, enxovalharam-se também na mesmice de todos os erros que acima apontei. Por fim, mais uma vez, digo e repito:

 

- “Posso estar errado, mas é como penso.”

 

O Vendedor de Balões

 

Era uma vez um velho homem que vendia balões de diversas cores em uma movimentada quermesse de uma grande e agitada cidade.

 

Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.

 

Depois de vender muitos balões daquela cor, ele pegava outro balão de uma cor diferente e soltava-o, para que também subisse suavemente no ar até que desaparecesse do alcance e da vista.

 

Repetia isso sempre. E a cada vez escolhia uma nova cor…

 

Havia ali perto um menino negro. Estava observando o vendedor e, é claro, apreciando os balões. Com muito mais atenção, observava o interessante procedimento do vendedor e a sua escolha das cores diferentes.

 

Assim, após ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo, um verde, um cor-de-rosa, e, finalmente, um branco. Todos foram subindo até sumirem como os anteriores. Vendeu dezenas de balões.

 

O menino, de olhar atento, seguia a cada um; ficava imaginando mil coisas… Mas, uma coisa o incomodava e o aborrecia: o homem não soltava o balão preto.

 

Então, aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:

 

- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?

 

O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto, e, enquanto ele se elevava nos ares, disse:

 

- Não é a cor, filho. É o que está dentro dele que o faz subir.

 

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