Quinta-feira, 27 de Junho de 2019
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Direito e Justiça

qui, 20 de dezembro de 2018 05:00

Abertura-direito-e-justica

ELEIÇÕES MUNICIPAIS EM 2020:

Aos amigos e amigas de Araguari:

Este ano de 2018 foi bastante difícil é penoso para mim.

Fui diagnosticado com câncer no reto (exame de colonoscopia em abril); em Belo Horizonte (27.07), submeti-me a uma cirurgia robótica complicada (durou 10 horas) para a retirada do tumor e colostomia (colocação de uma bolsa abdominal externa); em novembro (23.11) foi feita a restauração do trânsito intestinal e a retirada da bolsa. Voltei para Araguari em 6.12.2018.

Presentemente, estou em processo de recuperação e de readaptação, que é longo e exige muitos cuidados e impõe restrições.

Além de dar essas explicações para as minhas longas ausências de Araguari, desejando também a todos vocês e aos seus familiares um feliz Natal e próspero Ano Novo, 2019, venho para marcar especificamente uma posição.

Se estiver bem, e espero estar, pretendo ser candidato ao Palácio dos Ferroviários, ou seja, a prefeito de Araguari. Hoje, estou filiado ao PV, sigla que poderá ser mudada, dependendo do apoio que vier ou não a receber.

Sem comprar um voto sequer, fui bem contado em três pleitos para vereador: 2004 (905 votos – PL); 2008 (1091 votos – PTC); 2012 (972 votos – PMDB); em 2016, não disputei.

Reparem nos seguintes aspectos:

1) tive mais votos do que alguns que se elegeram;

2) por certo, devo ter escolhido legendas “erradas” ou mais difíceis;

3) sempre fui suplente e jamais tive chance e nem mesmo reconhecimento dos “companheiros” eleitos;

4) banquei integralmente as minhas campanhas, gastando de 10.000 a 15.000 reais em cada uma delas;

5) reiterando, jamais comprei voto, seja em dinheiro, seja em bens de qualquer espécie.

Portanto, aguardem: Rogério Fernal será candidato a prefeito de Araguari em 2020, se Deus assim permitir e também os adversários eventuais.

Obrigado pela atenção de todos.

Araguari – MG, 17. 12. 2018.

DIREITO E JUSTIÇA:

Corrigindo os erros de digitação (que foram muitos), este foi o e-mail que enviei ao preclaro colunista e dileto Adriano Souza, o qual teve a gentileza de publicá-lo na sua coluna Radar do dia 18.12.2018, terça-feira. Obrigado, Adriano! Valeu muito!

Natal:

 

(DJ – 29.11.2018)

  • Antecipando o Natal;
  • A festa dos cristãos;
  • Parabenizando o aniversariante;
  • Jesus Cristo.

 

(DJ – 6.12.2018)

  • Desigualdade, comércio e hipocrisia;
  • Submissão cultural a “valores estrangeiros”;
  • Um “espírito” que a cada ano mais se esvai;
  • E as religiões não “religam” mais; elas afastam.

(DJ – 13.12.2018)

  • Não julgue a religião alheia; a sua também possui erros
  • Religião deveria “ligar” ou “religar, todavia tem separado.
  • DEUS é um só; por que o seu seria melhor do que o meu?
  • Ou seja, tire a trave do seu olho e cuide das suas coisas.

(DJ – 20.12.2018)

  • É preciso recomeçar e isto terá que ser com as crianças.
  • Explicar a elas desde cedo o que é verdadeiramente Natal.
  • Se não o fizermos, a hipocrisia e a ganância terão vencido,
  • E, se assim for, ai de nós, porque nos perderemos todos.

 

 

 

 

                                    O Suave Milagre

 

                                    (Adaptação de texto de Eça de Queiroz)

 

Junto a Siquém, num sórdido casebre, vivia uma viúva, desgraçada entre todas. Tinha um filho doente, que definhava aos poucos, vencido pelas febres.

 

O chão era úmido e malsão: não havia ali a mais miserável enxerga. Só alguns trapos que serviam de leito.

 

Na lâmpada de barro velha e suja secara o azeite.

 

O grão faltava na arca; cessara o ruído dormente do moinho doméstico. Em terras de Israel era isto a evidência cruel da mais negra miséria.

 

A pobre mãe, sentada a um canto, chorava. Mal deitada em seu colo descarnado, envolta em farrapos, pálida e tremente, a criança pedia-lhe, numa voz débil como um suspiro, que fosse chamar esse Rabi da Galileia, de quem ouvira falar junto ao poço de Jacó, que amava as crianças, dava de comer às multidões e curava todos os males humanos, com a simples carícia de suas mãos pálidas e esguias.

 

E a mãe dizia-lhe, chorando:

 

- Como queres tu, filho, que eu te deixe e vá em busca do Rabi da Galileia? Obed é rico e tem numerosos servos. Pois Obed, com seus auxiliares, procurou Jesus por todos os recantos e aldeias, desde Corazin até o país de Moab, e não o encontrou. Lúcio, o romano, é forte, dispõe de centenas de soldados e tudo fez para encontrar Jesus. Percorreu os campos e as estradas, desde o Hebron até o mar e não conseguiu avistar o Rabi. Se os ricos e poderosos não descobriram Jesus, como queres tu que eu possa encontrá-lo?

 

A criança, com os olhos cansados, repetia baixinho, muito triste:

 

- Mamãe! Eu queria ver Jesus da Galileia!

 

E a mãe, a chorar, torturada pela angústia, continuou:

 

- De que me servirá, meu filho, partir e ir procurá-lo? Extensas são as estradas da Síria, curta é a piedade dos homens. Vendo-me tão pobre e tão só, os cães viriam ladrar-me à porta. Decerto Jesus morreu; e com ele morreu, uma vez mais, toda a esperança dos tristes.

 

Pálida e desfalecendo, a criança implorou ainda:

 

- Mamãe! Eu queria ver Jesus da Galileia!

 

Abrindo devagar a porta e, sorrindo cheio de amor, Jesus disse à criança:

 

-         Aqui estou, meu filho. Aqui estou!

 

 

FONTE:         Lendas do Céu e da Terra;

                                    Malba Tahan.

                                    Editora Record, 19ª Edição, págs. 103/104.

 

DIREITO E JUSTIÇA:

 

Todavia, Jesus não morreu. Com certeza, não! Ainda não. O Mestre e Guia, Jesus de Nazaré, permanece perenemente entre nós, mas principalmente entre os pobres, os tristes, os desvalidos, os excluídos, os famintos, os perseguidos, os incompreendidos e sempre, sempre, para todas as crianças e os inocentes.

 

Pouco importa a religião deste ou daquele, pois Jesus não praticou a exclusão ou o sectarismo tão característicos dos nossos dias, mas trouxe-nos um novo e sublime mandamento tão importante quanto aquele  ancestral e primordial de que devemos amar a Deus sobre todos as coisas.

 

Nesse seu novo mandamento, em que o Mestre dos Mestres concentra e resume plenamente toda a sua doutrina redentora, ele diz peremptoriamente: “mas eu vos dou um novo mandamento, o de que deveis amar o vosso próximo como a vós mesmos, assim como eu vos amei… (sem literalidade). Devemos, pois, fazer aos outros tudo aquilo quanto gostaríamos e quereríamos que eles nos fizessem.

 

  • Amor incondicional;
  • Caridade desinteressada;
  • Perdão infinito.

 

Esta é, em suma, a doutrina de Jesus, tão nova agora quando o era no seu nascimento e tão verdadeira que o decurso dos anos, dos séculos e dos milênios nem um pouco a deslustram ou fragilizam. Muito pelo contrário: ela se robustece, espalha-se, vence apesar e viceja ainda, apesar de todos os crimes e falcatruas que ainda podem e possam ser cometidos em seu nome.

 

Consequentemente e não sem numerosos motivos plausíveis, aquela criança tinha total convicção, imensa fé e vívida esperança, malogrados os obstáculos que se lhe apresentavam, de vir a ver Jesus, o Doce Rabi da Galileia. Como de fato veio a ver e eu ponho-me a conjecturar acerca da sequência do apólogo, ou seja, o após a terna e cativante entrada do Nazareno naquele paupérrimo casebre. Com certeza, tivemos uma criança curada e restabelecida e uma mãe reconfortada e agradecida, uma perspectiva renovada de existências. Pois, assim era Jesus, que não deixava ninguém no desamparo. E só posso terminar, dizendo: – feliz aniversário, ó Mestre dos Mestres! Parabéns, Senhor Jesus!  Parabéns pela luz que trouxe e que mantém sobre o mundo! Parabéns!!!

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