Quarta-feira, 24 de Abril de 2019
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Direito e Justiça

qui, 6 de setembro de 2018 05:16

Abertura-direito-e-justica

Frases inspiradoras:

  • “Esquece as injúrias e as ofensas. Não lastimes o passado. Não censures ninguém. Segue sempre para diante e não temas. Deus vigia” (Emmanuel).

 

  • “Fora da caridade não há salvação” (Allan Kardec).

 

  • “Se eu dispusesse de autoridade, rogaria aos homens que estão arquitetando a construção do Terceiro Milênio que colocassem no portal da Nova Era as inolvidáveis palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo: – Amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei –“ (Chico Xavier).

 

  • “Não se queixe em circunstância alguma. Lembre-se de que a vida e o tempo são concessões de Deus diretamente a você e, acima de qualquer angústia ou provação, a vida e o tempo responderão a você com a bênção da luz ou com a experiência da sombra, como você quiser” (Chico Xavier).

 

  • “Jamais, em todo o mundo, o ódio acabou com o ódio; o que acaba com o ódio é o amor” (Sidarta Gautama, o Buda).

 

  • “Quaisquer palavras que pronunciamos, devem ser escolhidas com cuidado porque as pessoas ouvem e são influenciadas por elas, para o bem ou para o mal” (Sidarta Gautama, o Buda).

 

 

        Pitacos:

 

  • ANIVERSÁRIO DE ARAGUARI:

 

Coisa rara de ser vista nos dias que correm por aqui:  ele mostrou a todos quem é (ou acha) que manda. Sem pretender adentrar no mérito do certo ou do errado, garantiu-se a realização do show musical, do desfile cívico-comemorativo e dos outros eventos alusivos à passagem dos 130 anos de criação do nosso Município. Praza a Deus que continue assim. POR ENQUANTO, MEUS PARABÉNS!!!

SERVIÇOI PARTICULAR DE VIGILÂNCIA:

  • Em princípio, tenho como ilegal e até mesmo caracterizador (em tese) do crime de usurpação de função pública (ao lado de outros eventualmente) a prestação em nossas ruas e demais logradouros públicos de serviço particular de vigilância noturna (ou diurna, tanto faz); também pouco importa existir ou não terceirização via empresa fornecedora da mão-de-obra ou cooperativa de serviço. Coma palavra as nossas autoridades civis, judiciárias, ministeriais, policiais e militares. A situação poderá ficar perigosa e insuportável para muitos moradores amedrontados. NÃO É A PRIMEIRA VEZ NA CIDADE, MAS QUE SEJA A ÚLTIMA!!!
  • Na prática, a oferta de tal serviço (vigilância), além da discutível qualidade e eficácia, constitui-se e constitui-se em um meio de intimidação e até mesmo de ameaça (ainda que indiretas), pois os moradores-alvo que não querem aderir sentem-se receosos quanto à sua prudente recusa (por motivos óbvios, notórios e muito razoáveis). Que se ponha um basta nessa situação estapafúrdia já. Não cabem aqui quaisquer considerações típicas de pieguismos ou de comiserações. A QUESTÃO POSTA EM DISCUSSÃO É EXCLUSIVAMENTE DE SEGURANÇA, TRANSPARÊNCIA E LEGALIDADE!!!

 

 

A indigência histórico-cultural do Brasil:    ( 1 )

 

Vergonha! Vergonha!! Vergonha!!! Um crime lesa-pátria!!!!

 

(Rio de Janeiro – RJ – Brasil = 02.09.2018 – Domingo à noite =

 

 

“Perde-se mais que a materialidade:”

 

“Tragédia brasileira. O incêndio do Museu Nacional é mais um exemplo da tragédia brasileira. Não se pode atribuir sua destruição ao destino ou ao acaso. Passa a ser exemplo do descaso para com a memória cultural brasileira. A comoção pela a inestimável perda se torna mais dramática quando constatamos que era uma tragédia anunciada por várias vozes que anunciavam seu abandono e a precariedade de suas instalações, quando acaba de completar 200 anos. E o Brasil que já não tem boa imagem internacional, pelas mazelas da politicagem e da corrupção, mostra irresponsabilidade para com seu acervo histórico, científico e natural, de grande valor humanístico e também

 

            Desapareceram peças de valor histórico, arqueológico, paleontológico, antropológico, etnológico, coleções de fauna e flora brasileiras, mobiliário e objetos desde o tempo de Dom João VI, passando pelo Império. Perdem-se a coleção egípcia, múmias, artefatos greco-romanos da Imperatriz Teresa Cristina, acervos literários e documentais, coleções ameríndias pré-históricas, o crânio de Luzia, que é o fóssil humano mais antigo do Brasil, encontrado em Lagos Santa. E o dinossauro maxakalissaurus, também de Minas Gerais. Perderam-se biblioteca de 300 mil volumes e os laboratórios do ensino de antropologia brasileira.

 

Com suas coleções, o Museu Nacional mostrava como se construiu o Brasil e o conceito de nação. Suas coleções indígenas, reunidas por naturalistas, irreversivelmente perdidas, revelavam a diversidade antropológica do povo americano, sua formação e composição étnica e a ocupação territorial. Mostrava, desde Dom João VI, que o criou em junho de 1818, objetos de grande valor histórico. E também as aquisições dos Imperadores Pedro I e Pedro II, que procuraram dar ao Brasil a identidade de nação emergente.

 

A perda vai além da materialidade de suas valiosas peças, para alcançar significado maior, e seguramente expressa e simboliza o descuido, o desprezo e o não reconhecimento do significado da preservação cultural.

 

Não há como desassociar o ocorrido da crise políti8ca e econômica brasileira e da decadência da governabilidade. Até porque não é fato isolado. O patrimônio histórico e artístico está em processo de deterioração em todo o território nacional, denuncia o Iphan, sem recursos humanos e financeiros, incapacitado de realizar a proteção e a conservação de vários monumentos e museus. Mas, fundamentalmente, falta a consciência de que a formação da racionalidade depende de seu passado, do respeito a sua história, da construção de uma identidade cultural. Sem o culto ao passado não se insere no processo civilizatório.

 

Terrível, triste e lamentável episódio, entre muitos outros que vamos assistindo. Que não pode ser visto como tragédia isolada. E que reafirma a imperiosa necessidade de o Brasil encontrar um caminho novo, capaz de traçar um destino melhor, que não permita a destruição de sua memória e de sua personalidade.

 

 

 

            FONTE:         O TEMPO (Jornal) Belo Horizonte – MG;

                                   Terça-feira, 04.09.2018 = Pág. 27.

                                   Mauro Werkema (Jornalista);

                                   (mwerkema@uol.com.br)

 

DIREITO E JUSTIÇA:

 

1º) - Peço todas as devidas vênias ao insigne articulista (acima citado), para transcrever integralmente o seu alentado, verdadeiro, veemente, mas tristíssimo texto.

 

2º) –     Incompetência, negligência, corrupção, desleixo, desprezo, canalhice, ignorância, estupidez, babaquice, subdesenvolvimento, orgulho, vaidade, inveja, tudo isto enfim, advindo permanente e reiteradamente das nossas obtusas e nocivas autoridades, quaisquer que sejam elas e de todos os níveis, mas também de todo o nosso povo em geral, assim como de mim mesmo e de você também …, tudo isso, causou essa tragédia nacional, que nos envergonha, que nos deprime, que nos arrasa, que nos envergonha ainda mais perante o mundo, confirmando o que foi dito, um dia, por Nelson Rodrigues: SOMOS UM PÍS COM COMPLEXO DE VIRA-LATAS.

 

3º) -     Sequer havia água nos hidrantes situados no entorno, impossibilitando uma ação mais eficaz do Corpo de Bombeiros que acudiu no local do sinistro; em poucos instantes, tudo estava perdido: 20.000.000 (isso mesmo, vinte milhões) de itens preciosos perderam-se em poucas horas de fogo incontrolável e inclemente, amealhado ao longo de 200 anos de história do Brasil (a partir de junho de 2018), um acervo único e insubstituível, representando mais de 14.000 anos da História da Humanidade, contando-se o tempo a partir do fóssil do crânio de Luzia, “a primeira brasileira”, que viveu há 12.000 anos), incluindo ainda a maior coleção de artefatos egípcios das Américas, além de todas as demais coletâneas mencionadas no artigo acima citado; Chora o Brasil, lamenta-se o mundo civilizado. Eles, os estrangeiros, davam mais valor do que nós mesmos ao que tinha de fato valor. PAGAREMOS CARO POR NOSSO ERRO CRASSO!

4º) -     Mas, agora é tarde, é tudo inútil. As chamas consumiram pelo menos 90% (noventa por cento) do acervo histórico do Museu Nacional. Reconstruir o quê? As paredes externas de um prédio queimado, chamuscado e abalado, marcado definitivamente pelo estigma de uma catástrofe irreparável? O DESASTRE NOS COMOVE A TODOS, BRASILEIROS, COMO AO MUNDO INTEIRO, MAS E DAÍ?

Naquele edifício venerando, único do País em sua estirpe, um dia residiram reis, rainhas, príncipes, princesas, imperadores e imperatrizes, tanto do Brasil quanto de Portugal, os quais souberam testemunhas a nossa História porque dela participaram ativamente. E nós? Nós mesmos, os seus herdeiros republicanos. Nós a destruímos para sempre.  COMO SE DIZ; INÊS É MORTA!!!

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