Quarta-feira, 19 de Junho de 2019
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Meio Desligado entrevista: Gustavo Caetano

qua, 15 de fevereiro de 2017 05:28

meio desligado

Nascido em Araguari, Gustavo Caetano fundou há 10 anos atrás a Samba Tech, startup especializada em soluções para vídeos online que o projetou no cenário mundial como um dos mais inovadores do mundo. O jovem de apenas 34 anos iniciou nesta semana a pré-venda de “Pense Simples”, livro escrito por ele com base nas palestras que ministra. Em uma conversa com a Meio Desligado pelo Whats App, Gustavo Caetano contou que tem como meta pessoal causar um impacto positivo na sociedade, compartilhando ideias e casos de sucesso que teve com a Samba Tech. E o livro vem como parte disso.

Até o final do mês, quem comprar o “Pense Simples” pode ter 100% do dinheiro de volta em forma de cashback na conta bancária. O retorno do valor é possível através de uma parceria com a Méliuz, uma startup que apoiou o projeto. O livro pode ser adquirido no site www.livropensesimples.com, até o dia 28 deste mês. Depois disso, estará disponível em todas as livrarias do país.

Gustavo Caetano

Gustavo Caetano

 

O que te motivou a escrever o livro? “Confesso que até o ano passado não tinha essa pretensão, mas fui abordado pela editora Gente, uma das cinco maiores do país, que veio com essa ideia de transformar minha palestra em livro. A palestra teve uma boa aceitação, as pessoas gostaram e eles acharam que o livro poderia ajudar a impactar mais gente.”

Ele é voltado somente para quem deseja empreender na área de tecnologia? “Não é um livro feito só para empreendedores de tecnologia, mas para profissionais de qualquer mercado, de qualquer área, que tenham medo da inovação. A maioria das pessoas acredita que inovar é algo complexo, que não dá para fazer, que tem que ser uma empresa grande, que você tem que ser muito criativo. Desmistifico a maioria desses pensamentos das pessoas e trago a invocação como algo simples. Estudei em lugares como MIT, estudei na Universidade da Disney, na NASA e lá pude ver que a inovação é mais simples do que parece. Na verdade o grande desafio é como conseguir criar algo super inovador, mas que as pessoas entendam. O Whats App é inovador, que por ser simples, a gente nem entende que tem tecnologia por trás. Trago esses conceitos para o dia-a-dia de qualquer negócio.”

Qual o objetivo do “Pense Simples”? “É fazer com que essas ideias cheguem a mais gente. Faço as palestras, mas tenho uma empresa, então não consigo me dedicar 100% a isso. Muita gente pede, ‘ah, como consigo ter acesso ao que você escreve?’, então comecei escrevendo no LinkedIdn. (Caetano foi um dos dez Top Voices Influencers do LinkedIn em 2016, ao lado de nomes como Ana Maria Braga e Ricardo Amorim. Influencer é o nome dado para aqueles que se destacaram dentro dessa rede social, em suas áreas de atuação.) Gostaria que esse conhecimento pudesse ser compartilhado para as pessoas de qualquer lugar do país.”

Como você vê o cenário nacional em relação ao que acontece lá fora? “O Brasil vive um momento delicado, mas é delicado para todo mundo. Tem muita gente que reclama que empreender é difícil, mas é difícil para todo mundo, então quer dizer que seus competidores tem a mesma dificuldade. As pessoas precisam entender que o país quando ele tem burocracias e outros problemas graves existem oportunidades para revoluções. O Nubank é um caso recente de um banco que é uma startup, que compete com grandes bancos. Eles viram a oportunidade do cartão de crédito chegar a mais gente, pois por incrível que pareça, ainda muita gente não tem. Então todas as áreas com grandes problemas, como saúde, educação, segurança, mobilidade, todos esses grandes mercados tem grandes oportunidades. É isso um pouco que trago no livro: como aproveitar essas ineficiências das grandes empresas para criar negócios, independente do seu tamanho, independentemente de onde você está. Hoje em dia, com a internet, isso permitiu que negócios que ninguém imaginava em lugares que ninguém imaginava de repente acontecem e se tornam grandes rapidamente.”

Que conselho você dá para quem acredita ter uma boa ideia; para quem quer começar um novo negócio? “Um pouco do conceito para os empreendedores que trago no meu livro é o de tirar as ideias da cabeça e colocar isso em prática, e eu mostro como. Muita gente tem ideias super legais mas tem medo de arriscar. E a gente para inovar precisa correr riscos, precisa falhar. A gente está vivendo num momento em que falhar é barato, a lógica desse mundo agora é de “fail fast”, quanto mais rápido você falhar, melhor. Mas não é falhar para desistir, mas para corrigir e voltar de novo para o mercado. Então, quanto mais rápido tirar essa ideia do papel, melhor. Quando você tem uma ideia, tem uma hipótese de que um problema pode ser resolvido de determinada maneira, mas se não testar não tem valor nenhum e muita gente fica preso só na ideia e não consegue testar. Um pouco do que o livro traz é isso.”

Você costuma vir em Araguari? Tem boas lembranças daqui? “Vou muito a Araguari, meus pais moram aí e sou um cara muito próximo da família. Minha infância foi toda vivida aí, até os meus 16 anos. Tive excelentes momentos, desde a época do Relicário, jogando bola com os amigos no Pica-Pau, são recordações muito positivas. É uma cidade que me encanta a cada vez que passo ai; é bom ver como ela está bonita, viva, a universidade trouxe um astral novo para nossa região. Tento manter esses vínculos fortes porque tenho realmente um carinho muito grande por Araguari.”

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